Revista Comprecar
Avaliação: Honda Fit LX
Compacto da Honda se destaque por eficiência e muita versatilidade
Avaliação: Honda Fit LX
10 de Julho de 2017

Se existe uma forma para definir o Honda Fit em uma palavra, serie: eficiência. Desde sua primeira geração, a eficiência já estava muito presente no modelo, mas muitos achavam o carro muito bonito. Na segunda geração, a Honda melhorou bastante a estética do veículo, mantendo a reconhecida eficiência. Agora, na atual terceira geração, a Honda consolidou totalmente o modelo.
 
O Honda Fit já é bastante conhecido do mercado brasileiro. Ainda que o modelo concorra no segmento de hatch-backs compactos de um segmento mais sofisticado (chamados de premium), o Fit é na verdade o único monovolume que restou de uma extinta categoria. E justamente por isso ele faz muito sucesso. A receita da Honda é simples: um veículo com a dirigibilidade, agilidade e tamanho de um hatch-back, com a versatilidade no interior de um monovolume.
 
A atual linha 2017 do Honda Fit vem sempre equipada com o já conhecido motor 1.5 - 16V SOHC i-VTEC FlexOne. Aqui outra grande sacada da Honda, pois o motor é mais econômico que outros prováveis concorrentes equipados com motores 1.3 e 1.4 litro, porém com potência equivalente à de veículos com 1.6 litro.
 
Em teoria são quatro versões disponíveis: A DX e LX com opções de transmissão manual de cinco marchas ou CVT (Transmissão Continuamente Variável), e a EX e a top de EXL são equipadas exclusivamente com o câmbio CVT. Assim, a versão LX CVT acaba sendo a mais procurada comercialmente, pelo melhor custo-benefício. Foco dessa avaliação, trazemos justamente o FIT LX com o câmbio CVT.
 
Interior
 
O ponto de maior destaque do Honda Fit é certamente sua versatilidade única. O interior é bem desenhado e com grande oferta de porta-objetos. Um bom exemplo é um porta-latas do lado do motorista que fica bem na frente da saída de ar. Em várias situações, dá para usar o ar-condicionado do veículo para manter uma bebida fresca. O console entre os bancos dianteiros também acomoda adequadamente carteiras, smartphones e outros objetos menores.
 
Engenharia avançada
 
Desde seu lançamento, o Fit sempre teve o tanque de combustível centralizado, sob os bancos dianteiros. E nessa terceira geração, o tanque é ainda mais fino, permitindo aproveitar ainda mais o espaço no interior do carro, sem perder sua capacidade.
 
Não é exagero afirmar que o Fit é o exemplo a ser seguido no aproveitamento do espaço interno. Uma das receitas para isso é a distância do entre eixos com 2,53 m. O projeto da suspensão traseira, junto com o desenho tanque de combustível, são também responsáveis pelo amplo espaço no interior.
 
Um detalhe exclusivo no Fit é o inteligente sistema modular de bancos. Antes batizado de ULT (Utility Long Tall), já era um enorme diferencial na categoria. O ULT é uma sigla que reúne as palavras “utilitário”, “longo” e “alto”, em inglês. Assim, os bancos traseiros têm encostos reclináveis e bipartidos. Eles podem ser rebatidos para ampliar o espaço do porta-malas. Os assentos podem também ser rebatidos verticalmente, permitindo o transporte de objetos altos como vasos de plantas, com até 1,28 m de altura. Outra característica é poder inclinar o banco dianteiro e formar um espaço longo no interior do carro que permite, em conjunto com o espaço do porta-malas, levar objetos de até 2,4 m de comprimento como pranchas de surfe.
 
Na atual geração sob o nome de ULTRa-Seat, existe ainda o modo “Refresh”, onde ambos encostos do bancos dianteiros alinham-se ao assento traseiro. Assim, surgem duas pequenas “camas” no interior do carro.
 
O porta-malas em posição normal oferece 363 litros (muito maior que qualquer outro modelo hatch-back). Com o banco traseiro totalmente rebatido, sobe para expressivos 906 litros. Detalhe importante que o assoalho fica quase que completamente plano.
 
O único senão é o tamanho do pneu do estepe que é de uso temporário. Trata-se de um pneu mais fino (125/70), usado apenas para deslocar o carro até o borracheiro mais próximo.
 
Equipamentos
 
Toda a gama traz como itens de série: ar-condicionado; sistema de áudio AM/FM 2DIN com Bluetooth, entrada USB e função HFT; acionamento elétrico para travas das portas, vidros e retrovisores externos; volante com ajuste de altura e profundidade e chave canivete com sistema de abertura e fechamento das portas com imobilizador.
 
Entre os equipamentos de segurança, a linha conta com freios ABS (antitravamento), EPS (Electric Power Steering), airbags frontais, cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes e pontos de ancoragem para assentos infantis compatíveis com os tipos ISOFIX e LATCH.
 
Nessa versão LX, o rádio é tipo duplo DIN com as funções de rádio AM/FM e reprodutor de CDs. O rádio também é compatível com formatos MP3/WMA, traz entradas auxiliares P2 e porta USB (para pen-drives). Para maior comodidade, oferece conectividade Bluetooth para uso no viva-voz e reprodução de música sem fios. A configuração LX conta ainda com controle de áudio no volante e painel de instrumentos azul e branco
 
Ainda que os vidros contem com acionamento elétrico, apenas o do motorista traz simples toque para abrir e fechar. Também faz falta o farol auxiliar dianteiro. Mesmo sendo uma versão intermediária, a LX vem equipada com rodas de liga-leve 15 polegadas com pneus na medida 185/60 R15.
 
Motor 1.5 litro – 16 válvulas
 
Toda a linha Fit é equipada com o moto r 1.5 i-VTEC FlexOne, com controle eletrônico variável de sincronização e abertura de válvulas. Com etanol, esse motor gera 116 cv de potência a 6.000 rpm e 15,3 kgf.m de torque a 4.800 rpm. Quando abastecido com gasolina, são 115 cv a 6.000 rpm e 15,2 kgf.m a 4.800 rpm.
 
Destaque para o controle eletrônico variável de abertura de válvulas, tecnologia que varia o tempo e a profundidade de abertura das válvulas. Além de economizar combustível, permite que o motor fique mais rápido em baixas rotações, e desenvolva melhor com o giro alto.
 
Cambio CVT e excelente consumo
 
Com a transmissão CVT (Continuously Variable Transmission) o Fit consegue entregar alta eficiência no consumo de combustível. O modelo recebe duplo “A” no programa do INMETRO, sendo um dos mais econômicos de toda a categoria de compactos do mercado brasileiro. Com etanol, o consumo é de 8,3 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada. Com gasolina sobe para respectivamente 12,3 e 14,1 km/l. Mas em nossos testes, conseguimos médias de até 15,5 km/l de gasolina na estrada!
 
Dirigibilidade
 
Esse é outro ponto que encanta no carro. Ele vem equipado com o EPS (Electric Power Steering). Trata-se de uma direção com assistência elétrica. Isso deixa o volante realmente leve em manobras de baixas velocidades e firme em altas, além de não roubar potência do motor.
 
O conjunto de suspensão é adequado para o Brasil. O projeto feito em conjunto com um fornecedor de amortecedores, possibilitou incluir um “batente hidráulico”. Então, aquele motorista distraído que geralmente “salta” as lombadas, não vai escutar aquela batida seca, que acontece quando a suspensão é totalmente estendida. Além disso, o conjunto é resistente e justo, pronto para encarar a buraqueira nacional.
 
Preço e mercado
 
Toda linha do modelo vem com três anos de garantia, sem limite de quilometragem. Fato que o novo Fit não é um carro barato. A versão LX com o câmbio automático CVT tem preço sugerido de R$ 67,6 mil, para pintura sólida. As metálicas e perolizadas tem um acréscimo de R$ 990. Pesam à favor do carro, um dos menores custos com revisões da categoria, bom valor de revenda e alta confiabilidade mecânica. Toda a linha Honda Fit possui três anos de garantia, sem limite de quilometragem.
 
Na Honda Dahruj em Campinas, o modelo está com campanha de taxa zero, sendo 60% de entrada e o saldo em 24 vezes sem juros, sobre o valor de R$ 67,6 mil.
O FIT LX pode ser encontrado na Honda Dahruj, em Campinas, que fica na Av. Prestes Maia, 707. Mais informações (19) 3772-7000 ou: www.dahrujhonda.com.br

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Avaliação: Honda Fit LX

Avaliação: Honda Fit LX

Publicado por Redação Comprecar – Especialista em carros usados e motos usadas

Compacto da Honda se destaque por eficiência e muita versatilidade

10 de Julho de 2017

Se existe uma forma para definir o Honda Fit em uma palavra, serie: eficiência. Desde sua primeira geração, a eficiência já estava muito presente no modelo, mas muitos achavam o carro muito bonito. Na segunda geração, a Honda melhorou bastante a estética do veículo, mantendo a reconhecida eficiência. Agora, na atual terceira geração, a Honda consolidou totalmente o modelo.
 
O Honda Fit já é bastante conhecido do mercado brasileiro. Ainda que o modelo concorra no segmento de hatch-backs compactos de um segmento mais sofisticado (chamados de premium), o Fit é na verdade o único monovolume que restou de uma extinta categoria. E justamente por isso ele faz muito sucesso. A receita da Honda é simples: um veículo com a dirigibilidade, agilidade e tamanho de um hatch-back, com a versatilidade no interior de um monovolume.
 
A atual linha 2017 do Honda Fit vem sempre equipada com o já conhecido motor 1.5 - 16V SOHC i-VTEC FlexOne. Aqui outra grande sacada da Honda, pois o motor é mais econômico que outros prováveis concorrentes equipados com motores 1.3 e 1.4 litro, porém com potência equivalente à de veículos com 1.6 litro.
 
Em teoria são quatro versões disponíveis: A DX e LX com opções de transmissão manual de cinco marchas ou CVT (Transmissão Continuamente Variável), e a EX e a top de EXL são equipadas exclusivamente com o câmbio CVT. Assim, a versão LX CVT acaba sendo a mais procurada comercialmente, pelo melhor custo-benefício. Foco dessa avaliação, trazemos justamente o FIT LX com o câmbio CVT.
 
Interior
 
O ponto de maior destaque do Honda Fit é certamente sua versatilidade única. O interior é bem desenhado e com grande oferta de porta-objetos. Um bom exemplo é um porta-latas do lado do motorista que fica bem na frente da saída de ar. Em várias situações, dá para usar o ar-condicionado do veículo para manter uma bebida fresca. O console entre os bancos dianteiros também acomoda adequadamente carteiras, smartphones e outros objetos menores.
 
Engenharia avançada
 
Desde seu lançamento, o Fit sempre teve o tanque de combustível centralizado, sob os bancos dianteiros. E nessa terceira geração, o tanque é ainda mais fino, permitindo aproveitar ainda mais o espaço no interior do carro, sem perder sua capacidade.
 
Não é exagero afirmar que o Fit é o exemplo a ser seguido no aproveitamento do espaço interno. Uma das receitas para isso é a distância do entre eixos com 2,53 m. O projeto da suspensão traseira, junto com o desenho tanque de combustível, são também responsáveis pelo amplo espaço no interior.
 
Um detalhe exclusivo no Fit é o inteligente sistema modular de bancos. Antes batizado de ULT (Utility Long Tall), já era um enorme diferencial na categoria. O ULT é uma sigla que reúne as palavras “utilitário”, “longo” e “alto”, em inglês. Assim, os bancos traseiros têm encostos reclináveis e bipartidos. Eles podem ser rebatidos para ampliar o espaço do porta-malas. Os assentos podem também ser rebatidos verticalmente, permitindo o transporte de objetos altos como vasos de plantas, com até 1,28 m de altura. Outra característica é poder inclinar o banco dianteiro e formar um espaço longo no interior do carro que permite, em conjunto com o espaço do porta-malas, levar objetos de até 2,4 m de comprimento como pranchas de surfe.
 
Na atual geração sob o nome de ULTRa-Seat, existe ainda o modo “Refresh”, onde ambos encostos do bancos dianteiros alinham-se ao assento traseiro. Assim, surgem duas pequenas “camas” no interior do carro.
 
O porta-malas em posição normal oferece 363 litros (muito maior que qualquer outro modelo hatch-back). Com o banco traseiro totalmente rebatido, sobe para expressivos 906 litros. Detalhe importante que o assoalho fica quase que completamente plano.
 
O único senão é o tamanho do pneu do estepe que é de uso temporário. Trata-se de um pneu mais fino (125/70), usado apenas para deslocar o carro até o borracheiro mais próximo.
 
Equipamentos
 
Toda a gama traz como itens de série: ar-condicionado; sistema de áudio AM/FM 2DIN com Bluetooth, entrada USB e função HFT; acionamento elétrico para travas das portas, vidros e retrovisores externos; volante com ajuste de altura e profundidade e chave canivete com sistema de abertura e fechamento das portas com imobilizador.
 
Entre os equipamentos de segurança, a linha conta com freios ABS (antitravamento), EPS (Electric Power Steering), airbags frontais, cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes e pontos de ancoragem para assentos infantis compatíveis com os tipos ISOFIX e LATCH.
 
Nessa versão LX, o rádio é tipo duplo DIN com as funções de rádio AM/FM e reprodutor de CDs. O rádio também é compatível com formatos MP3/WMA, traz entradas auxiliares P2 e porta USB (para pen-drives). Para maior comodidade, oferece conectividade Bluetooth para uso no viva-voz e reprodução de música sem fios. A configuração LX conta ainda com controle de áudio no volante e painel de instrumentos azul e branco
 
Ainda que os vidros contem com acionamento elétrico, apenas o do motorista traz simples toque para abrir e fechar. Também faz falta o farol auxiliar dianteiro. Mesmo sendo uma versão intermediária, a LX vem equipada com rodas de liga-leve 15 polegadas com pneus na medida 185/60 R15.
 
Motor 1.5 litro – 16 válvulas
 
Toda a linha Fit é equipada com o moto r 1.5 i-VTEC FlexOne, com controle eletrônico variável de sincronização e abertura de válvulas. Com etanol, esse motor gera 116 cv de potência a 6.000 rpm e 15,3 kgf.m de torque a 4.800 rpm. Quando abastecido com gasolina, são 115 cv a 6.000 rpm e 15,2 kgf.m a 4.800 rpm.
 
Destaque para o controle eletrônico variável de abertura de válvulas, tecnologia que varia o tempo e a profundidade de abertura das válvulas. Além de economizar combustível, permite que o motor fique mais rápido em baixas rotações, e desenvolva melhor com o giro alto.
 
Cambio CVT e excelente consumo
 
Com a transmissão CVT (Continuously Variable Transmission) o Fit consegue entregar alta eficiência no consumo de combustível. O modelo recebe duplo “A” no programa do INMETRO, sendo um dos mais econômicos de toda a categoria de compactos do mercado brasileiro. Com etanol, o consumo é de 8,3 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada. Com gasolina sobe para respectivamente 12,3 e 14,1 km/l. Mas em nossos testes, conseguimos médias de até 15,5 km/l de gasolina na estrada!
 
Dirigibilidade
 
Esse é outro ponto que encanta no carro. Ele vem equipado com o EPS (Electric Power Steering). Trata-se de uma direção com assistência elétrica. Isso deixa o volante realmente leve em manobras de baixas velocidades e firme em altas, além de não roubar potência do motor.
 
O conjunto de suspensão é adequado para o Brasil. O projeto feito em conjunto com um fornecedor de amortecedores, possibilitou incluir um “batente hidráulico”. Então, aquele motorista distraído que geralmente “salta” as lombadas, não vai escutar aquela batida seca, que acontece quando a suspensão é totalmente estendida. Além disso, o conjunto é resistente e justo, pronto para encarar a buraqueira nacional.
 
Preço e mercado
 
Toda linha do modelo vem com três anos de garantia, sem limite de quilometragem. Fato que o novo Fit não é um carro barato. A versão LX com o câmbio automático CVT tem preço sugerido de R$ 67,6 mil, para pintura sólida. As metálicas e perolizadas tem um acréscimo de R$ 990. Pesam à favor do carro, um dos menores custos com revisões da categoria, bom valor de revenda e alta confiabilidade mecânica. Toda a linha Honda Fit possui três anos de garantia, sem limite de quilometragem.
 
Na Honda Dahruj em Campinas, o modelo está com campanha de taxa zero, sendo 60% de entrada e o saldo em 24 vezes sem juros, sobre o valor de R$ 67,6 mil.
O FIT LX pode ser encontrado na Honda Dahruj, em Campinas, que fica na Av. Prestes Maia, 707. Mais informações (19) 3772-7000 ou: www.dahrujhonda.com.br

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O primeiro pára-choques foi colocado num carro checo, em 1897. O carro andou 15 quilômetros até o acessório cair e não ser mais colocado.