Revista Comprecar
Volkswagen investe R$ 2,6 bi para produzir o Novo Polo e Virtus no Brasil
Valor foi aplicado para desenvolvimento e produção na unidade de São Bernardo do Campo (SP)
Volkswagen investe R$ 2,6 bi para produzir o Novo Polo e Virtus no Brasil
15 de Agosto de 2017

Para receber o Polo, que será lançado no último trimestre de 2017, e o Virtus, sedã programado para o primeiro trimestre de 2018, ambos desenvolvidos com a plataforma Modular MQB, a Volkswagen está investindo no desenvolvimento dos produtos e na modernização da fábrica Anchieta, para o novo sistema de produção, mais de R$ 2,6 bilhões.
 
Parte do cronograma de investimentos da empresa no Brasil, até 2020, de R$ 7 bilhões, o aporte de R$ 2,6 bilhões contempla o desenvolvimento, a modernização da manufatura, testes de certificação e validação do produto, desenvolvimento local de peças, qualificação de pessoal, além de ações para o lançamento dos modelos no Brasil.
 
Essa semana as linhas de montagem da fábrica Anchieta iniciaram a produção do Novo Polo. Curiosamente, o Novo Polo começa a ser produzido na unidade Anchieta exatos 60 anos após o início da produção da Kombi, o primeiro modelo Volkswagen fabricado no Brasil
 
Desenvolvimento dos produtos e Modernização da fábrica Anchieta
 
Os investimentos contemplam as adaptações realizadas no modelo para as normas e os combustíveis locais, além das condições de ruas e estradas brasileiras. Um exemplo é que o Novo Polo brasileiro contará com uma suspensão 20 mm mais alta que o modelo europeu, proporcionando maior vão livre em relação ao solo. O acerto de suspensão foi feito para as condições brasileiras, trazendo mais conforto e segurança. O modelo fabricado na Anchieta também contará com design frontal exclusivo, que é resultado de clínicas realizadas com clientes brasileiros.
 
Para a produção do Novo Polo, também são utilizados aços de alta resistência, de ultra alta resistência e aços formados a quente, além de uma família de motores com bloco em alumínio, que proporcionam alta rigidez torcional, menor peso do veículo e, consequentemente, menor consumo de combustível.
 
A fábrica Anchieta
 
Primeira fábrica da Volkswagen fora da Alemanha, a Anchieta é a maior unidade produtiva da Volkswagen do Brasil, com área total de 1,6 milhão m2. Responsável pela produção de alguns dos maiores sucessos da marca no País, fabricou mais de 13,5 milhões de veículos em sua história. A Kombi, primeiro modelo produzido na fábrica, chegou à marca de 1,5 milhão de unidades; já o Fusca, ícone nacional, ultrapassou as 3 milhões de unidades produzidas apenas em São Bernardo do Campo. Desde 1954 até hoje, a fábrica Anchieta empregou aproximadamente 165 mil pessoas. Atualmente, a fábrica é responsável pela produção do Novo Polo e de todas as versões da picape Saveiro.
 
MQB
 
O Novo Polo e o Virtus são fabricados dentro do mais moderno conceito do Grupo Volkswagen, a estratégia modular MQB (Matriz Modular Transversal), que é uma nova arquitetura para a produção de veículos, já aplicada em modelos globais como o Passat e o Golf. O conceito consiste na padronização do processo de manufatura nas fábricas do Grupo, estabelecendo, por exemplo, a mesma sequência de montagem e proporcionando como grande vantagem a redução do tempo de produção dos veículos, além de garantir flexibilidade na produção.
 
A MQB também permite compartilhar a base estrutural para o desenvolvimento de veículos de diferentes segmentos, gerando sinergia para todas as classes de automóveis. Essa base foi desenvolvida seguindo preceitos de baixo peso, utilizando aços de alta resistência que permitem aumentar a segurança e reduzir o peso total do veículo, o que colabora para a redução do consumo de combustível. A combinação de dimensões padronizadas e variáveis, outro benefício da MQB, reduz significativamente a complexidade da produção de um veículo, gerando substanciais ganhos no processo produtivo e economia de escala.

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Volkswagen investe R$ 2,6 bi para produzir o Novo Polo e Virtus no Brasil

Volkswagen investe R$ 2,6 bi para produzir o Novo Polo e Virtus no Brasil

Publicado por Redação Comprecar – Especialista em carros usados e motos usadas

Valor foi aplicado para desenvolvimento e produção na unidade de São Bernardo do Campo (SP)

15 de Agosto de 2017

Para receber o Polo, que será lançado no último trimestre de 2017, e o Virtus, sedã programado para o primeiro trimestre de 2018, ambos desenvolvidos com a plataforma Modular MQB, a Volkswagen está investindo no desenvolvimento dos produtos e na modernização da fábrica Anchieta, para o novo sistema de produção, mais de R$ 2,6 bilhões.
 
Parte do cronograma de investimentos da empresa no Brasil, até 2020, de R$ 7 bilhões, o aporte de R$ 2,6 bilhões contempla o desenvolvimento, a modernização da manufatura, testes de certificação e validação do produto, desenvolvimento local de peças, qualificação de pessoal, além de ações para o lançamento dos modelos no Brasil.
 
Essa semana as linhas de montagem da fábrica Anchieta iniciaram a produção do Novo Polo. Curiosamente, o Novo Polo começa a ser produzido na unidade Anchieta exatos 60 anos após o início da produção da Kombi, o primeiro modelo Volkswagen fabricado no Brasil
 
Desenvolvimento dos produtos e Modernização da fábrica Anchieta
 
Os investimentos contemplam as adaptações realizadas no modelo para as normas e os combustíveis locais, além das condições de ruas e estradas brasileiras. Um exemplo é que o Novo Polo brasileiro contará com uma suspensão 20 mm mais alta que o modelo europeu, proporcionando maior vão livre em relação ao solo. O acerto de suspensão foi feito para as condições brasileiras, trazendo mais conforto e segurança. O modelo fabricado na Anchieta também contará com design frontal exclusivo, que é resultado de clínicas realizadas com clientes brasileiros.
 
Para a produção do Novo Polo, também são utilizados aços de alta resistência, de ultra alta resistência e aços formados a quente, além de uma família de motores com bloco em alumínio, que proporcionam alta rigidez torcional, menor peso do veículo e, consequentemente, menor consumo de combustível.
 
A fábrica Anchieta
 
Primeira fábrica da Volkswagen fora da Alemanha, a Anchieta é a maior unidade produtiva da Volkswagen do Brasil, com área total de 1,6 milhão m2. Responsável pela produção de alguns dos maiores sucessos da marca no País, fabricou mais de 13,5 milhões de veículos em sua história. A Kombi, primeiro modelo produzido na fábrica, chegou à marca de 1,5 milhão de unidades; já o Fusca, ícone nacional, ultrapassou as 3 milhões de unidades produzidas apenas em São Bernardo do Campo. Desde 1954 até hoje, a fábrica Anchieta empregou aproximadamente 165 mil pessoas. Atualmente, a fábrica é responsável pela produção do Novo Polo e de todas as versões da picape Saveiro.
 
MQB
 
O Novo Polo e o Virtus são fabricados dentro do mais moderno conceito do Grupo Volkswagen, a estratégia modular MQB (Matriz Modular Transversal), que é uma nova arquitetura para a produção de veículos, já aplicada em modelos globais como o Passat e o Golf. O conceito consiste na padronização do processo de manufatura nas fábricas do Grupo, estabelecendo, por exemplo, a mesma sequência de montagem e proporcionando como grande vantagem a redução do tempo de produção dos veículos, além de garantir flexibilidade na produção.
 
A MQB também permite compartilhar a base estrutural para o desenvolvimento de veículos de diferentes segmentos, gerando sinergia para todas as classes de automóveis. Essa base foi desenvolvida seguindo preceitos de baixo peso, utilizando aços de alta resistência que permitem aumentar a segurança e reduzir o peso total do veículo, o que colabora para a redução do consumo de combustível. A combinação de dimensões padronizadas e variáveis, outro benefício da MQB, reduz significativamente a complexidade da produção de um veículo, gerando substanciais ganhos no processo produtivo e economia de escala.

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Você sabia?

Nosso querido Fusca, o Volkswagen ("carro do povo", em alemão) é o modelo de carro mais popular de todos os tempos. Foi projetado por Ferdinand Porsche e imediatamente aprovado por Adolf Hitler, que utilizou variações do modelo para fins militares, inclusive durante a II Guerra Mundial.