Revista Comprecar
Avaliação: Chevrolet Tracker LT
Novo conjunto de motor e câmbio leva Tracker ao topo do segmento em performance
Avaliação: Chevrolet Tracker LT
30 de Janeiro de 2017

No início do Janeiro de 2017, a Chevrolet oficializou a chegada do novo Chevrolet Tracker ao mercado brasileiro. Isso, pouco tempo depois da marca fazer a primeira apresentação do crossover compacto no Salão do Automóvel de São Paulo, em 2016.
 
O novo Tracker chega para concorrer num dos segmentos mais disputados no Brasil. Aliás, é o segmento que mais cresce, o de crossovers compactos. Nesse segmento, encontramos campeões de vendas como Jeep Renegade e Honda HR-V, além da chegada de interessantes produtos como o Nissan Kicks e Hyundai Creta, por exemplo. Também faz parte os já cansados Renault Duster e Ford EcoSport. Então, para se ter um lugar ao sol, é preciso ter um produto competitivo.
 
E foi exatamente isso que a Chevrolet fez com a nova Tracker. Estamos falando do primeiro crossover compacto equipado com moto r turbo Flex de 1,4 litro. Junto, está sempre uma transmissão automática de seis marchas. Não existe opção de câmbio manual. Mas, esse não faz muita falta, em função do ótimo custo-benefício da Tracker, além do desempenho muito convincente.  
 
Mas antes de abordar o ponto principal da nova Tracker ( moto r e câmbio), vamos ver as outras novidades. A Chevrolet promoveu uma boa plástica no visual. De cara, nota-se uma frente completamente nova, com visual mais moderno. Na traseira, a mudança foi menor, com destaque para as novas lanternas. A plataforma ainda é a mesma, da geração anterior.
 
A nova Tracker é ofertada em duas versões de acabamento, LT e LTZ, sempre com o moto r turbo Flex e transmissão automática de seis marchas. Faz parte do pacote de fábrica, o sistema Stop/Start, o sistema de telemática OnStar e a central multimídia MyLink II. Nessa avaliação, vamos abordar a versão LT.
 
Melhor dirigibilidade
 
Outras novidades daquilo que não se vê, mas se sente, tem-se a direção com assistência elétrica progressiva e uma nova calibragem da suspensão, exclusiva para o mercado brasileiro.
 
Fato que a direção elétrica deixou a Tracker mais gostosa na condução. Mais leve em manobras de baixa velocidade, e mais firme na estrada, a assistência elétrica não rouba potência do moto r. E ainda compensa a dirigibilidade em pisos inclinados, mantendo o volante reto. Aliás, ponto positivo do carro é a boa postura do moto rista ao volante, já observada desde a geração anterior. A sensação de uma postura mais ereta e projetada, vai agradar bastante o público feminino.
 
A suspensão parece mais firme e resistente, para encarar os pisos esburacados do Brasil, com maior valentia. Aliás, a versão LT que tem roda de liga-leve de menor raio (16 polegadas) em relação a LTZ (que é 18 polegadas) leva maior vantagem nisso. O pneu consegue absorver melhor buracos, reduzindo a chance de danos a sua estrutura ou na roda. O modelo também fica mais macio no rodar.
 
Novo conjunto de moto r e câmbio 
 
Indiscutivelmente, o ponto alto da nova Tracker é o conjunto de moto r e câmbio. Seguindo a mesma receita do sedan Cruze, o crossover chega extremamente eficiente, tanto no desempenho, como no consumo. Quando comparado com a geração anterior (com moto r 1.8 litro flex aspirado), o abismo é enorme.
 
Aliás, essa é praticamente a mesma receita vista no sedan Cruze. O moto r trabalha em conjunto com a transmissão automática de seis marchas de última geração, que ganhou nova relação de marchas, exclusiva para o novo Tracker.
 
Agora, o moto r 1.4 turbo flex traz injeção direta de combustível. São até 153 cv de potência máxima no etanol (à 5.200 RPM), e 24,4 kgfm de torque máximo à 2 mil RPM. Mas 90% dessa força, já está disponível a apenas 1.500 rpm, pouco acima da marcha lenta.
Desempenho e consumo
 
Esse novo conjunto deixou o Tracker extremamente ágil em retomadas de velocidades e acelerações. O modelo vai de 0 a 100 km/h, em apenas 9,4 segundos (2 segundos mais rápido que o modelo anterior). Essa é uma das melhores marcas da categoria. Outro número que impressiona, é a velocidade máxima de expressivos 198 km/h. Com isso, a nova Tracker deixa para trás, com boa folga, Jeep Renegade Flex; Renault Duster 2.0, Ford EcoSport 2.0 e Nissan Kicks 1.6. 
 
Além disso, a Tracker também conta com o sistema Stop/Start, que desliga o moto r temporariamente em pardas, ficando até 15% mais econômico. Vale destacar que, diferente de outros veículos equipados com Stop/Start, não é possível desligar o sistema através de um botão. Ele permanece sempre ligado, em todas as situações.
 
Com o novo conjunto, a Tracker ganhou nota máxima em eficiência energética pela etiquetagem veicular do Inmetro, recebendo nota A na categoria, e nota C na classificação geral. As médias com gasolina são de 11,7 km/l na estrada e de 10,6 km/l na cidade, enquanto que com etanol são de 8,2 km/l e 7,3 km/l, respectivamente. Mas em nossos testes, na estrada, conseguimos médias de até 13,5 km/l de gasolina na estrada. No etanol, e na mesma condição, a melhor média foi de 12 km/l.
 
Mais conectividade
 
Outro destaque na nova geração da Tracker, é a maior conectividade na central multimídia MyLink. Agora existe integração com o Android Auto (para equipamentos Android) e Apple CarPlay (em iPhone). Assim, alguns aplicativos podem ser usados diretamente pela central, usando os botões do volante ou comandos de voz. Aliás, o recurso de navegação precisa ser feito pelo smartphone. O MyLink na Tracker não possui navegador embarcado. É preciso usar um app do smartphone, compatível com o sistema de integração. No Android é o Google Maps. Não é possível espelhar o WAze, por exemplo.
 
Outro fantástico diferencial é a exclusiva tecnologia OnStar. Nenhum outro concorrente, oferece algo parecido. Por meio dela, pode-se comandar diversas funções do veículo por meio do smartphone, ter acesso a serviços de segurança, concierge, emergência e navegação. O modelo também já inclui o novo recurso de Diagnóstico Avançado, que permite ao usuário fazer um check-up dos principais sistemas do veículo, de maneira remota, por meio do app instalado no smartphone. O serviço depois de ativado, é grátis no primeiro ano. A partir daí, tem-se uma mensalidade que varia de R$ 50 à 85 por mês. Veja mais do OnStar AQUI!
 
Os equipamentos de série
 
Não existe Tracker pelada. Mesmo na versão LT, a oferta de equipamentos é muito boa. De fábrica, essa versão vem  equipada sempre com:
 
Airbag duplo;
cinto de segurança de três pontos em todos os assentos;
sistema isofix para fixação de cadeirinhas infantis;
luz de condução diurna de milha e de neblina;
rack de teto;
rodas de alumínio aro 16;
ar-condicionado manual;
volante multifuncional com assistência elétrica progressiva;
coluna de direção com ajuste de altura e profundidade;
porta-óculos no teto;
computador de bordo bem completo;
controlador de velocidade de cruzeiro;
retrovisores com ajustes elétricos;
travas e vidros elétricos com controle re moto pela chave;
sistema Stop/Start;
bancos de tecido com ajuste de altura para o moto rista;
multimídia MyLink compatível com Android Auto e Apple CarPlay;
OnStar com pacote Exclusive (Concierge, Segurança, Emergência, App, Diagnóstico, Navegação).
 
O que pode melhorar
 
Independentemente da versão, a nova Tracker não oferece controle de tração ou programa de estabilidade eletrônico. Ela também vem equipada com estepe fino de uso temporário. E por fim, falta um botão para poder desligar o Stop/Start. O porta-malas também não é muito grande. São 306 litros na posição normal, ou 735 litros com banco traseiro rebatido.
 
Cores e preços
 
São cinco opções de cores: Branco Summit, Preto Ouro Negro, Prata Switchblade e as inéditas Vermelho Baroque e Cinza Graphite. A garantia do veículo é de três anos. A versão LT parte de R$ 79.990. A título de informação, a versão LTZ sobe para R$ 89.990. Existe ainda a LTZ com opcional de seis air-bags por R$ 92.990.
 
Na LTZ, o cliente leva à mais retrovisores laterais com aquecimento e alerta de ponto cego; câmera de ré com alerta de movimentação traseira; sensor de estacionamento; luzes de posição em LED; teto solar elétrico; rodas de alumínio aro 18; chave eletrônica com sensor de presença (keyless); computador de bordo com opção de mostrador digital da velocidade; descansa-braço para o moto rista e passageiros traseiros; banco do moto rista com ajuste elétrico lombar; banco do carona rebatível e com porta-objeto na parte de baixo. O único opcional é o conjunto de airbags laterais e de cortina.
 
As versões da nova Tracker podem ser encontradas nas concessionárias Chevrolet do grupo Andreta, nas cidades de Campinas (duas lojas com nome Adara), e em Junduaí (loja Spassus). Mais informações em www.grupoandreta.com.br

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Avaliação: Chevrolet Tracker LT
 

Avaliação: Chevrolet Tracker LT

Publicado por Redação Comprecar – Especialista em carros usados e motos usadas

Novo conjunto de motor e câmbio leva Tracker ao topo do segmento em performance

30 de Janeiro de 2017

No início do Janeiro de 2017, a Chevrolet oficializou a chegada do novo Chevrolet Tracker ao mercado brasileiro. Isso, pouco tempo depois da marca fazer a primeira apresentação do crossover compacto no Salão do Automóvel de São Paulo, em 2016.
 
O novo Tracker chega para concorrer num dos segmentos mais disputados no Brasil. Aliás, é o segmento que mais cresce, o de crossovers compactos. Nesse segmento, encontramos campeões de vendas como Jeep Renegade e Honda HR-V, além da chegada de interessantes produtos como o Nissan Kicks e Hyundai Creta, por exemplo. Também faz parte os já cansados Renault Duster e Ford EcoSport. Então, para se ter um lugar ao sol, é preciso ter um produto competitivo.
 
E foi exatamente isso que a Chevrolet fez com a nova Tracker. Estamos falando do primeiro crossover compacto equipado com moto r turbo Flex de 1,4 litro. Junto, está sempre uma transmissão automática de seis marchas. Não existe opção de câmbio manual. Mas, esse não faz muita falta, em função do ótimo custo-benefício da Tracker, além do desempenho muito convincente.  
 
Mas antes de abordar o ponto principal da nova Tracker ( moto r e câmbio), vamos ver as outras novidades. A Chevrolet promoveu uma boa plástica no visual. De cara, nota-se uma frente completamente nova, com visual mais moderno. Na traseira, a mudança foi menor, com destaque para as novas lanternas. A plataforma ainda é a mesma, da geração anterior.
 
A nova Tracker é ofertada em duas versões de acabamento, LT e LTZ, sempre com o moto r turbo Flex e transmissão automática de seis marchas. Faz parte do pacote de fábrica, o sistema Stop/Start, o sistema de telemática OnStar e a central multimídia MyLink II. Nessa avaliação, vamos abordar a versão LT.
 
Melhor dirigibilidade
 
Outras novidades daquilo que não se vê, mas se sente, tem-se a direção com assistência elétrica progressiva e uma nova calibragem da suspensão, exclusiva para o mercado brasileiro.
 
Fato que a direção elétrica deixou a Tracker mais gostosa na condução. Mais leve em manobras de baixa velocidade, e mais firme na estrada, a assistência elétrica não rouba potência do moto r. E ainda compensa a dirigibilidade em pisos inclinados, mantendo o volante reto. Aliás, ponto positivo do carro é a boa postura do moto rista ao volante, já observada desde a geração anterior. A sensação de uma postura mais ereta e projetada, vai agradar bastante o público feminino.
 
A suspensão parece mais firme e resistente, para encarar os pisos esburacados do Brasil, com maior valentia. Aliás, a versão LT que tem roda de liga-leve de menor raio (16 polegadas) em relação a LTZ (que é 18 polegadas) leva maior vantagem nisso. O pneu consegue absorver melhor buracos, reduzindo a chance de danos a sua estrutura ou na roda. O modelo também fica mais macio no rodar.
 
Novo conjunto de moto r e câmbio 
 
Indiscutivelmente, o ponto alto da nova Tracker é o conjunto de moto r e câmbio. Seguindo a mesma receita do sedan Cruze, o crossover chega extremamente eficiente, tanto no desempenho, como no consumo. Quando comparado com a geração anterior (com moto r 1.8 litro flex aspirado), o abismo é enorme.
 
Aliás, essa é praticamente a mesma receita vista no sedan Cruze. O moto r trabalha em conjunto com a transmissão automática de seis marchas de última geração, que ganhou nova relação de marchas, exclusiva para o novo Tracker.
 
Agora, o moto r 1.4 turbo flex traz injeção direta de combustível. São até 153 cv de potência máxima no etanol (à 5.200 RPM), e 24,4 kgfm de torque máximo à 2 mil RPM. Mas 90% dessa força, já está disponível a apenas 1.500 rpm, pouco acima da marcha lenta.
Desempenho e consumo
 
Esse novo conjunto deixou o Tracker extremamente ágil em retomadas de velocidades e acelerações. O modelo vai de 0 a 100 km/h, em apenas 9,4 segundos (2 segundos mais rápido que o modelo anterior). Essa é uma das melhores marcas da categoria. Outro número que impressiona, é a velocidade máxima de expressivos 198 km/h. Com isso, a nova Tracker deixa para trás, com boa folga, Jeep Renegade Flex; Renault Duster 2.0, Ford EcoSport 2.0 e Nissan Kicks 1.6. 
 
Além disso, a Tracker também conta com o sistema Stop/Start, que desliga o moto r temporariamente em pardas, ficando até 15% mais econômico. Vale destacar que, diferente de outros veículos equipados com Stop/Start, não é possível desligar o sistema através de um botão. Ele permanece sempre ligado, em todas as situações.
 
Com o novo conjunto, a Tracker ganhou nota máxima em eficiência energética pela etiquetagem veicular do Inmetro, recebendo nota A na categoria, e nota C na classificação geral. As médias com gasolina são de 11,7 km/l na estrada e de 10,6 km/l na cidade, enquanto que com etanol são de 8,2 km/l e 7,3 km/l, respectivamente. Mas em nossos testes, na estrada, conseguimos médias de até 13,5 km/l de gasolina na estrada. No etanol, e na mesma condição, a melhor média foi de 12 km/l.
 
Mais conectividade
 
Outro destaque na nova geração da Tracker, é a maior conectividade na central multimídia MyLink. Agora existe integração com o Android Auto (para equipamentos Android) e Apple CarPlay (em iPhone). Assim, alguns aplicativos podem ser usados diretamente pela central, usando os botões do volante ou comandos de voz. Aliás, o recurso de navegação precisa ser feito pelo smartphone. O MyLink na Tracker não possui navegador embarcado. É preciso usar um app do smartphone, compatível com o sistema de integração. No Android é o Google Maps. Não é possível espelhar o WAze, por exemplo.
 
Outro fantástico diferencial é a exclusiva tecnologia OnStar. Nenhum outro concorrente, oferece algo parecido. Por meio dela, pode-se comandar diversas funções do veículo por meio do smartphone, ter acesso a serviços de segurança, concierge, emergência e navegação. O modelo também já inclui o novo recurso de Diagnóstico Avançado, que permite ao usuário fazer um check-up dos principais sistemas do veículo, de maneira remota, por meio do app instalado no smartphone. O serviço depois de ativado, é grátis no primeiro ano. A partir daí, tem-se uma mensalidade que varia de R$ 50 à 85 por mês. Veja mais do OnStar AQUI!
 
Os equipamentos de série
 
Não existe Tracker pelada. Mesmo na versão LT, a oferta de equipamentos é muito boa. De fábrica, essa versão vem  equipada sempre com:
 
Airbag duplo;
cinto de segurança de três pontos em todos os assentos;
sistema isofix para fixação de cadeirinhas infantis;
luz de condução diurna de milha e de neblina;
rack de teto;
rodas de alumínio aro 16;
ar-condicionado manual;
volante multifuncional com assistência elétrica progressiva;
coluna de direção com ajuste de altura e profundidade;
porta-óculos no teto;
computador de bordo bem completo;
controlador de velocidade de cruzeiro;
retrovisores com ajustes elétricos;
travas e vidros elétricos com controle re moto pela chave;
sistema Stop/Start;
bancos de tecido com ajuste de altura para o moto rista;
multimídia MyLink compatível com Android Auto e Apple CarPlay;
OnStar com pacote Exclusive (Concierge, Segurança, Emergência, App, Diagnóstico, Navegação).
 
O que pode melhorar
 
Independentemente da versão, a nova Tracker não oferece controle de tração ou programa de estabilidade eletrônico. Ela também vem equipada com estepe fino de uso temporário. E por fim, falta um botão para poder desligar o Stop/Start. O porta-malas também não é muito grande. São 306 litros na posição normal, ou 735 litros com banco traseiro rebatido.
 
Cores e preços
 
São cinco opções de cores: Branco Summit, Preto Ouro Negro, Prata Switchblade e as inéditas Vermelho Baroque e Cinza Graphite. A garantia do veículo é de três anos. A versão LT parte de R$ 79.990. A título de informação, a versão LTZ sobe para R$ 89.990. Existe ainda a LTZ com opcional de seis air-bags por R$ 92.990.
 
Na LTZ, o cliente leva à mais retrovisores laterais com aquecimento e alerta de ponto cego; câmera de ré com alerta de movimentação traseira; sensor de estacionamento; luzes de posição em LED; teto solar elétrico; rodas de alumínio aro 18; chave eletrônica com sensor de presença (keyless); computador de bordo com opção de mostrador digital da velocidade; descansa-braço para o moto rista e passageiros traseiros; banco do moto rista com ajuste elétrico lombar; banco do carona rebatível e com porta-objeto na parte de baixo. O único opcional é o conjunto de airbags laterais e de cortina.
 
As versões da nova Tracker podem ser encontradas nas concessionárias Chevrolet do grupo Andreta, nas cidades de Campinas (duas lojas com nome Adara), e em Junduaí (loja Spassus). Mais informações em www.grupoandreta.com.br

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