Revista Comprecar
Avaliação: Novo Honda Fit LX
Versão intermediária entrega o melhor custo-benefício da família
Avaliação: Novo Honda Fit LX
11 de Dezembro de 2014

Por Jorge Augusto
Fotos: Marcelo Alexandre

Se existe uma forma para definir o Honda Fit em uma palavra, serie: eficiência.  Desde sua primeira geração, a eficiência já estava muito presente no modelo. Muitos achavam o carro “feio”. Na segunda geração, a Honda melhorou bastante a estética do veículo, mantendo sempre a eficiência. Agora, na terceira geração, a Honda conseguiu melhorar ainda mais: Ampliou a eficiência, ao mesmo tempo em que traz um visual mais ousado. Aliás, esse novo visual também já foi visto no futuro Honda HR-V, mostrado recentemente no Salão do Automóvel de São Paulo.
 
O atual Honda Fit, que está na terceira geração, evoluiu em todos os sentidos. Tem melhor aproveitamento do espaço interno, maior versatilidade dos bancos traseiros, mais economia no consumo de combustível e visual marcante. Vale destacar que na terceira geração, todas as versões usam sempre o mesmo moto r 1,5 litro i-VTec com tecnologia FlexOne (que elimina o tanquinho de partida). Um dos diferencias do modelo é a volta da transmissão automática com tecnologia CVT.
 
Estilo
 
O Honda Fit 2015 vem com a nova identidade visual da Honda batizada de “Solid Wing Face”. Esse estilo fica bem evidente no conjunto óptico, na grade frontal e nas lanternas traseiras. A parte frontal está mais agressiva, enquanto a traseira reforça a esportividade.
 
A versão LX, avaliada aqui, traz apenas o essencial em matéria de equipamentos. Justamente por isso, o acabamento é bastante espartano. Mas isso, não impede o carro de ser muito funcional.
 
Desde seu lançamento, o Fit sempre teve o tanque de combustível centralizado, sob os bancos dianteiros. Na terceira geração, o tanque ficou ainda mais fino, permitindo aproveitar ainda mais o espaço no interior do carro, sem perder a capacidade de 45,7 litros.
 
Interior muito bem aproveitado
 
Não é exagero afirmar que o novo Fit é o líder no aproveitamento do espaço interno, em toda categoria de veículos monovolume. Uma das receitas para isso foi a ampliação do entre eixos que tem agora 2,53 m (3 cm a mais que a geração anterior). O comprimento também é maior com 3,99 m (antes era 3,9 m).
 
Mudanças na suspensão traseira, bem como o novo desenho tanque de combustível, foram algumas das mudanças adicionais feitas para maximizar o espaço no interior do novo Fit.
 
Um detalhe exclusivo no Fit, que esta ainda melhor no modelo 2015 é o inteligente sistema modular de bancos. Antes batizado de ULT (Utility Long Tall), já era um enorme diferencial na categoria. O ULT é uma sigla que reúne as palavras “utilitário”, “longo” e “alto”, em inglês. Assim, os bancos traseiros têm encostos reclináveis e bipartidos. Eles podem ser rebatidos para ampliar o espaço do porta-malas. Os assentos podem também ser rebatidos verticalmente, permitindo o transporte de objetos altos como vasos de plantas, com até 1,28 m de altura. Outra característica é poder inclinar o banco dianteiro e formar um espaço longo no interior do carro que permite, em conjunto com o espaço do porta-malas levar objetos de até 2,4 m de comprimento, como pranchas de surfe.
 
Agora sob o nome de ULTRa-Seat, foi incluído o modo “Refresh”, onde ambos encostos do bancos dianteiros alinham-se ao assento traseiro. Assim, surgem duas pequenas “camas” no interior do carro. Qual a exata utilidade desse modo é uma dúvida. Mas, provavelmente aqueles casais que adoram namorar dentro do carro, vão achar essa nova posição de bancos incrivelmente útil!
 
O porta-malas em posição normal oferece 363 litros. Com o banco traseiro rebatido, sobe para expressivos 906 litros. Mas todo esse espaço tem um preço: ele foi obtido com a redução do tamanho do pneu do estepe que é de uso temporário. Trata-se de um pneu mais fino (125/70), usado apenas para deslocar o carro até o borracheiro mais próximo.
 
Compartimentos e Equipamentos
 
Assim como já acontecia na geração anterior, o novo Fit continua a oferecer vários porta-objetos, como o bom porta-luvas. No lado esquerdo da direção, uma novidade: o porta-objeto conta com um flip retrátil, que pode acomodar um celular quando fechado, ou um copo grande quando aberto. Mas o novo Fit perdeu o porta-latas que tinha do outro lado, no extremo direito do painel. Assim, só o moto rista pode deixar a lata de refrigerante gelada, na frente da saída do ar-condicionado.
 
A versão LX vem com o essencial para o conforto. O sistema de ar-condicionado é de simples zona e totalmente manual. O painel segue a linha austera. Na versão LX, predominam as cores laranja, com fundo preto. O conjunto é composto por conta-giro, indicador ECO, velocímetro, relógio, hodômetros total e parcial, consumo médio (em km/l) e medidor de combustível. O indicador ecológico (ECO) se acende em verde quando o moto rista esta dirigindo suavemente. Assim, o moto rista pode melhorar sua forma de conduzir, mantendo sempre que possível o indicador Eco aceso.
 
Nessa versão LX, o rádio é tipo duplo DIN com as funções de rádio AM/FM e reprodutor de CDs. Não existem controles no volante. O rádio também é compatível com formatos MP3/WMA, traz entradas auxiliares P2 e porta USB (para pen-drives). Para maior comodidade, oferece conectividade Bluetooth para uso no viva-voz e reprodução de música sem fios.
 
Ainda que os vidros contem com acionamento elétrico, apenas o do moto rista traz simples toque para abrir e fechar. Também faz falta o farol auxiliar dianteiro.
 
Mesmo sendo uma versão intermediária, a LX vem equipada com rodas de liga-leve 15 polegadas com pneus na medida 185/60 R15.
 
Dirigibilidade
 
Esse é outro ponto de visível melhora no novo carro. Pra começar, ele vem equipado com o EPS (Electric Power Steering). Trata-se de uma direção com assistência elétrica. Isso deixa o volante realmente leve em manobras de baixas velocidades e firme em altas, além de não roubar potência do moto r. Mas a coluna de direção só oferece ajuste de altura (não tem profundidade).
 
O conjunto de suspensão foi totalmente revisto, e adequado para o Brasil. Assim, um projeto feito em conjunto com um fornecedor de amortecedores, possibilitou incluir um tipo de “batente hidráulico”. Então, aquele moto rista distraído que geralmente “salta” as lombadas, não vai escutar aquela batida seca, que acontece quando a suspensão é totalmente estendida. Além disso, o conjunto também ficou mais resistente e justo, para encarar a buraqueira nacional.
 
Motor e câmbio
 
O moto r que equipa todas as versões do novo Fit é o já conhecido 1.5 litro - 16 válvulas i-VTEC, com FlexOne. Destaque para o controle eletrônico variável de abertura de válvulas, tecnologia que varia o tempo e a profundidade de abertura das válvulas. Além de economizar combustível, permite que o moto r fique mais rápido em baixas rotações, e desenvolva melhor com o giro alto. A potência máxima é de 116 cavalos (à 6.000 rpm) com torque máximo de 15,3 kgf.m (a 4.800 rpm) com etanol.
 
Mais uma vez, a Honda volta a apostar na transmissão CVT (Continuously Variable Transmission). Um dos motivos desse retorno se dá em função da maior eficiência no consumo de combustível, além da evolução tecnológica da mesma. Na primeira geração do Fit, o sistema CVT estava associado à uma embreagem de partida. Isso dava a nítida sensação que o carro estava “patinando” nas acelerações. Além disso, a resposta do acelerador era muito lenta.
 
Agora, o CVT modernizado, volta associado à um conversor de torque. Isso dá mais elasticidade ao conjunto, ao mesmo tempo em que melhora a resposta nas acelerações. Outra mudança, é que o novo câmbio responde prontamente a demanda no acelerador. É como que se o giro do moto r acompanhasse sempre o pedal do acelerador. Pouca aceleração representa baixo giro no moto r. Média aceleração, médio giro. E forte aceleração, alto giro. E a mudança no giro é quase imediata na solicitação do acelerador. Então, além de não existir o tranco na troca de marcha (pois não existe marcha), o sistema de câmbio acompanha a “vontade” do moto rista, deixando o carro mais gostoso de ser dirigido, sem deixar o carro lento.
 
São várias as vantagens da nova transmissão CVT. A elasticidade de rotação é 12% maior que no câmbio automático de 5 marchas do Fit de segunda geração. A melhora de eficiência é nítida. Em relação à geração anterior o novo Fit está 17% mais econômico com a transmissão CVT. Vale destacar que o carro recebe nota “A” no programa de etiquetagem do INMETRO, comprovando sua economia de combustível do modelo.
 
Segurança
 
Ainda que o novo Fit não tenha passado por testes oficiais de “crash-test”, a Honda afirma que o modelo conseguirá receber 5 estrelas, em função de resultados de testes internos da marca.
 
A versão LX vem com discos na dianteira e tambor na traseira, e mantém o sistema de ABS. Além disso, o fabricante destaca que o espaço de frenagem diminuiu na nova geração. A versão LX conta com duplo airbag frontal, aviso de uso de cintos de segurança e cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes.
 
Preço e mercado
 
Toda linha do modelo vem com três anos de garantia, sem limite de quilometragem. Fato que o novo Fit não é um carro barato. A versão LX com o câmbio automático CVT tem preço sugerido de R$ 59 mil, e isso para pintura sólida. As metálicas e perolizadas tem um acréscimo de R$ 990. Pesam à favor do carro, um dos menores custos com revisões da categoria, bom valor de revenda e alta confiabilidade mecânica.

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Avaliação: Novo Honda Fit LX
 

Avaliação: Novo Honda Fit LX

Publicado por Redação Comprecar – Especialista em carros usados e motos usadas

Versão intermediária entrega o melhor custo-benefício da família

11 de Dezembro de 2014

Por Jorge Augusto
Fotos: Marcelo Alexandre

Se existe uma forma para definir o Honda Fit em uma palavra, serie: eficiência.  Desde sua primeira geração, a eficiência já estava muito presente no modelo. Muitos achavam o carro “feio”. Na segunda geração, a Honda melhorou bastante a estética do veículo, mantendo sempre a eficiência. Agora, na terceira geração, a Honda conseguiu melhorar ainda mais: Ampliou a eficiência, ao mesmo tempo em que traz um visual mais ousado. Aliás, esse novo visual também já foi visto no futuro Honda HR-V, mostrado recentemente no Salão do Automóvel de São Paulo.
 
O atual Honda Fit, que está na terceira geração, evoluiu em todos os sentidos. Tem melhor aproveitamento do espaço interno, maior versatilidade dos bancos traseiros, mais economia no consumo de combustível e visual marcante. Vale destacar que na terceira geração, todas as versões usam sempre o mesmo moto r 1,5 litro i-VTec com tecnologia FlexOne (que elimina o tanquinho de partida). Um dos diferencias do modelo é a volta da transmissão automática com tecnologia CVT.
 
Estilo
 
O Honda Fit 2015 vem com a nova identidade visual da Honda batizada de “Solid Wing Face”. Esse estilo fica bem evidente no conjunto óptico, na grade frontal e nas lanternas traseiras. A parte frontal está mais agressiva, enquanto a traseira reforça a esportividade.
 
A versão LX, avaliada aqui, traz apenas o essencial em matéria de equipamentos. Justamente por isso, o acabamento é bastante espartano. Mas isso, não impede o carro de ser muito funcional.
 
Desde seu lançamento, o Fit sempre teve o tanque de combustível centralizado, sob os bancos dianteiros. Na terceira geração, o tanque ficou ainda mais fino, permitindo aproveitar ainda mais o espaço no interior do carro, sem perder a capacidade de 45,7 litros.
 
Interior muito bem aproveitado
 
Não é exagero afirmar que o novo Fit é o líder no aproveitamento do espaço interno, em toda categoria de veículos monovolume. Uma das receitas para isso foi a ampliação do entre eixos que tem agora 2,53 m (3 cm a mais que a geração anterior). O comprimento também é maior com 3,99 m (antes era 3,9 m).
 
Mudanças na suspensão traseira, bem como o novo desenho tanque de combustível, foram algumas das mudanças adicionais feitas para maximizar o espaço no interior do novo Fit.
 
Um detalhe exclusivo no Fit, que esta ainda melhor no modelo 2015 é o inteligente sistema modular de bancos. Antes batizado de ULT (Utility Long Tall), já era um enorme diferencial na categoria. O ULT é uma sigla que reúne as palavras “utilitário”, “longo” e “alto”, em inglês. Assim, os bancos traseiros têm encostos reclináveis e bipartidos. Eles podem ser rebatidos para ampliar o espaço do porta-malas. Os assentos podem também ser rebatidos verticalmente, permitindo o transporte de objetos altos como vasos de plantas, com até 1,28 m de altura. Outra característica é poder inclinar o banco dianteiro e formar um espaço longo no interior do carro que permite, em conjunto com o espaço do porta-malas levar objetos de até 2,4 m de comprimento, como pranchas de surfe.
 
Agora sob o nome de ULTRa-Seat, foi incluído o modo “Refresh”, onde ambos encostos do bancos dianteiros alinham-se ao assento traseiro. Assim, surgem duas pequenas “camas” no interior do carro. Qual a exata utilidade desse modo é uma dúvida. Mas, provavelmente aqueles casais que adoram namorar dentro do carro, vão achar essa nova posição de bancos incrivelmente útil!
 
O porta-malas em posição normal oferece 363 litros. Com o banco traseiro rebatido, sobe para expressivos 906 litros. Mas todo esse espaço tem um preço: ele foi obtido com a redução do tamanho do pneu do estepe que é de uso temporário. Trata-se de um pneu mais fino (125/70), usado apenas para deslocar o carro até o borracheiro mais próximo.
 
Compartimentos e Equipamentos
 
Assim como já acontecia na geração anterior, o novo Fit continua a oferecer vários porta-objetos, como o bom porta-luvas. No lado esquerdo da direção, uma novidade: o porta-objeto conta com um flip retrátil, que pode acomodar um celular quando fechado, ou um copo grande quando aberto. Mas o novo Fit perdeu o porta-latas que tinha do outro lado, no extremo direito do painel. Assim, só o moto rista pode deixar a lata de refrigerante gelada, na frente da saída do ar-condicionado.
 
A versão LX vem com o essencial para o conforto. O sistema de ar-condicionado é de simples zona e totalmente manual. O painel segue a linha austera. Na versão LX, predominam as cores laranja, com fundo preto. O conjunto é composto por conta-giro, indicador ECO, velocímetro, relógio, hodômetros total e parcial, consumo médio (em km/l) e medidor de combustível. O indicador ecológico (ECO) se acende em verde quando o moto rista esta dirigindo suavemente. Assim, o moto rista pode melhorar sua forma de conduzir, mantendo sempre que possível o indicador Eco aceso.
 
Nessa versão LX, o rádio é tipo duplo DIN com as funções de rádio AM/FM e reprodutor de CDs. Não existem controles no volante. O rádio também é compatível com formatos MP3/WMA, traz entradas auxiliares P2 e porta USB (para pen-drives). Para maior comodidade, oferece conectividade Bluetooth para uso no viva-voz e reprodução de música sem fios.
 
Ainda que os vidros contem com acionamento elétrico, apenas o do moto rista traz simples toque para abrir e fechar. Também faz falta o farol auxiliar dianteiro.
 
Mesmo sendo uma versão intermediária, a LX vem equipada com rodas de liga-leve 15 polegadas com pneus na medida 185/60 R15.
 
Dirigibilidade
 
Esse é outro ponto de visível melhora no novo carro. Pra começar, ele vem equipado com o EPS (Electric Power Steering). Trata-se de uma direção com assistência elétrica. Isso deixa o volante realmente leve em manobras de baixas velocidades e firme em altas, além de não roubar potência do moto r. Mas a coluna de direção só oferece ajuste de altura (não tem profundidade).
 
O conjunto de suspensão foi totalmente revisto, e adequado para o Brasil. Assim, um projeto feito em conjunto com um fornecedor de amortecedores, possibilitou incluir um tipo de “batente hidráulico”. Então, aquele moto rista distraído que geralmente “salta” as lombadas, não vai escutar aquela batida seca, que acontece quando a suspensão é totalmente estendida. Além disso, o conjunto também ficou mais resistente e justo, para encarar a buraqueira nacional.
 
Motor e câmbio
 
O moto r que equipa todas as versões do novo Fit é o já conhecido 1.5 litro - 16 válvulas i-VTEC, com FlexOne. Destaque para o controle eletrônico variável de abertura de válvulas, tecnologia que varia o tempo e a profundidade de abertura das válvulas. Além de economizar combustível, permite que o moto r fique mais rápido em baixas rotações, e desenvolva melhor com o giro alto. A potência máxima é de 116 cavalos (à 6.000 rpm) com torque máximo de 15,3 kgf.m (a 4.800 rpm) com etanol.
 
Mais uma vez, a Honda volta a apostar na transmissão CVT (Continuously Variable Transmission). Um dos motivos desse retorno se dá em função da maior eficiência no consumo de combustível, além da evolução tecnológica da mesma. Na primeira geração do Fit, o sistema CVT estava associado à uma embreagem de partida. Isso dava a nítida sensação que o carro estava “patinando” nas acelerações. Além disso, a resposta do acelerador era muito lenta.
 
Agora, o CVT modernizado, volta associado à um conversor de torque. Isso dá mais elasticidade ao conjunto, ao mesmo tempo em que melhora a resposta nas acelerações. Outra mudança, é que o novo câmbio responde prontamente a demanda no acelerador. É como que se o giro do moto r acompanhasse sempre o pedal do acelerador. Pouca aceleração representa baixo giro no moto r. Média aceleração, médio giro. E forte aceleração, alto giro. E a mudança no giro é quase imediata na solicitação do acelerador. Então, além de não existir o tranco na troca de marcha (pois não existe marcha), o sistema de câmbio acompanha a “vontade” do moto rista, deixando o carro mais gostoso de ser dirigido, sem deixar o carro lento.
 
São várias as vantagens da nova transmissão CVT. A elasticidade de rotação é 12% maior que no câmbio automático de 5 marchas do Fit de segunda geração. A melhora de eficiência é nítida. Em relação à geração anterior o novo Fit está 17% mais econômico com a transmissão CVT. Vale destacar que o carro recebe nota “A” no programa de etiquetagem do INMETRO, comprovando sua economia de combustível do modelo.
 
Segurança
 
Ainda que o novo Fit não tenha passado por testes oficiais de “crash-test”, a Honda afirma que o modelo conseguirá receber 5 estrelas, em função de resultados de testes internos da marca.
 
A versão LX vem com discos na dianteira e tambor na traseira, e mantém o sistema de ABS. Além disso, o fabricante destaca que o espaço de frenagem diminuiu na nova geração. A versão LX conta com duplo airbag frontal, aviso de uso de cintos de segurança e cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes.
 
Preço e mercado
 
Toda linha do modelo vem com três anos de garantia, sem limite de quilometragem. Fato que o novo Fit não é um carro barato. A versão LX com o câmbio automático CVT tem preço sugerido de R$ 59 mil, e isso para pintura sólida. As metálicas e perolizadas tem um acréscimo de R$ 990. Pesam à favor do carro, um dos menores custos com revisões da categoria, bom valor de revenda e alta confiabilidade mecânica.

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