Revista Comprecar
Avaliação: Volvo V40 Kinetic 2016 (parte 1)
Além de elevada segurança, modelo traz a nova tecnologia de motor da Volvo
Avaliação: Volvo V40 Kinetic 2016 (parte 1)
16 de Dezembro de 2015

Em Setembro de 2015, a Volvo apresentou a nova gama do seu hatchback compacto V40. Como principais novidades, uma nova nomenclatura do modelo para versões, e uma nova moto rização batizada de Drive-E. Com essa mudança, a versão básica do V40 passou a ser a T3 Kinetic, equipada com um moto r quatro cilindros de 1,5 litro turboalimentado. Mas antes de abordar o V40, vamos entender o conceito Drive-E.
 
A história da tecnologia Drive-E
 
Em agosto de 2010, o Zhejiang Geely Holding Group adquiriu da Ford a marca sueca Volvo. A partir daquele momento começou o processo de independência da herança da Ford. Em 2014, nasceu o primeiro fruto: a família de moto res modulares Drive-E, extremamente eficazes, leves e com múltiplas configurações possíveis – turbo, turbo com compressor mecânico, turbo com compressor mecânico e moto r elétrico.
 
A filosofia por trás do desenvolvimento da família de moto res Drive-E está fundada em quatro pilares: redução de tamanho e peso do conjunto, aprimoramento do fluxo e do atrito, redução de perdas energéticas com acessórios e transmissão; e por fim, fazer deste powertrain algo extremamente modular para ganhos em escala. Sobre esta última parte, trata-se do uso em diversos veículos da marca e com diferentes propostas de uso e potência (do frugal ao esportivo), mantendo o bloco, virabrequim, cárter, bomba de óleo e agregados (como o compressor do ar-condicionado); além de ele já estar pronto para trabalhar com sistemas híbridos.
 
O Drive-E representa uma família modular de moto res, compartilhando entre diversas versões de potências diferentes o mesmo bloco, virabrequim, cárter, bomba de óleo e agregados (como o compressor do ar-condicionado), além de trazer preparação para trabalhar em conjunto com futuros sistemas híbridos. Com isso, os sobrenomes T4, T5 e T6 deixam de descrever a quantidade de cilindros e passam a se referir à faixa de potência: T4 a partir de 181 cv, T5 a partir de 245 cv e T6 a partir de 306 cv.
 
Assim, os novos moto res Drive-E chegaram de forma extremamente discreta no Brasil. Inicialmente, as primeiras versões a receber a nova tecnologia foram nas versões T5 dos Volvo V60, S60 e XC60. Pouca gente sabe que ocorreu essa mudança. Antes, a linha Volvo usava o 2.0 litros Ecoboost, derivado da Ford.
 
Vantagens do Drive-E
 
No caso do novo 2.0 litros Drive-E, ele é 22 kg mais leve que o Ecoboost e bastante sofisticado. Essa família de moto r traz cabeçote e bloco de alumínio com camisas de ferro fundido (com tratamento especial para redução de atrito), utiliza um óleo sintético desenvolvido em parceria com a Castrol (especificação 0w20), traz galerias de lubrificação redimensionadas, carcaça da turbina integrada ao coletor de escape, comandos de válvulas variáveis com bronzinas de diâmetro reduzido e bomba d’água elétrica com funcionamento sob demanda.
 
Para máxima eficiência do moto r, a Volvo introduziu a função Start-Stop (que entra em ação pouco antes da parada total) e a programação Eco+, que altera o mapeamento do acelerador, pressão da turbina, injeção e ignição e reprograma também o sistema de câmbio automático.
 
Uma das evoluções no gerenciamento do câmbio Geartronic é a função Coasting, que ajuda a reduzir o consumo e a aumentar a sensação de conforto ao desacoplar a transmissão em declives em suaves ou momentos sem aceleração em locais planos. Estas situações são detectadas pelos sensores e acelerômetros do veículo e fazem com que ele ande mais solto em ritmo de passeio, com muito menos resistência mecânica.
 
A família Drive-E trouxe algumas vantagens expressivas aos veículos da Volvo. Em relação ao antigo 2.0 litros Ecoboost, o Drive-E T5 teve um ganho de 5 cv e de 10% de torque (cujo pico chega 300 rpm antes do anterior), a aceleração de 0 a 100 km/h caiu 1,2 s (de 7,5 s para 6,3 s), e o consumo melhorou, de acordo com a Volvo, em até 20%. Os números do Inmetro são de 8 km/l na cidade e 12,5 km/l na estrada.
 
O superpotente moto r T6 Drive-E
 
Entre outras coisas, a tecnologia Drive-E permite que um moto r 4 cilindros, chegue à potência comparável a um antigo V8. Assim, o moto r T6 entrega 320 cv a 5.700 rpm e 40,8 mkgf de torque entre 2.200 e 4.500 rpm. O 2.0 litros Drive-E T6 é bastante sofisticado, começando pela exótica configuração dualcharger, cuja sobrealimentação se dá pelo compressor mecânico Eaton combinado ao turbo BorgWarner. O compressor atua da marcha lenta até 3.500 rpm, quando a ECU do moto r desacopla de sua polia via embreagem eletromagnética para que ele não cause perdas mecânicas ao conjunto, quando o ar comprimido do turbo, com pressão máxima de 1,59 bar, já se torna a única fonte de sobrealimentação. Isso faz o conjunto altamente eficiente, e incrivelmente potente.
 
Drive-E no V40
 
O moto r T3 Drive-E da versão Kinetic é uma derivação do 2.0 de quatro cilindros da família Drive-E, que mantém o diâmetro original de 82 mm dos pistões com curso de virabrequim reduzido de 93,2 mm para 70,9 mm. O T3 é o único 1,5 litro da família. Todos os demais Drive-E são 2,0 litros.
 
Com essa estratégia, a Volvo usa sempre o mesmo bloco para todos os moto res T3, T4, T5 e T6. Isso ajuda muito na economia de escala na produção, uma vez que todos os moto res sempre compartilham uma mesma tecnologia.
 
Com isso, o resultado é um eficiente moto r 1.5 turbo, com injeção direta que entrega 152 cv de potência a 5.000 RPM. Geralmente, essa faixa de potência é encontrada em carros com moto r 2.0 litros. O menor tamanho do bloco reflete diretamente na economia de combustível. Mas sem prejuízo do desempenho. Cabe destacar que o torque máximo é de 250 Nm entre 1.700 - 4.000 RPM, superior a muitos carros com moto r 2.0 litros.
 
Desempenho
 
Mesmo pesando 1.554 kg, o V40 tem um desempenho bastante convincente. Equipado com uma transmissão automática batizada de Geartronic com seis marchas, o V40 acelera de 0 a 100 km/h em apenas 8,3 segundos. A velocidade máxima não é informada pela Volvo, mas supera com facilidade os 200 km/h.
 
Também está presente a função Eco+, que economiza até 5% de combustível, quando acionada. Essa função Eco+ monitora o desempenho do veículo em diversas situações, e atua de forma a otimizar o consumo. As estratégias utilizadas são a ampliação do sistema Start-Stop, desligando o moto r antes da parada total do carro (em velocidades abaixo de 7 km/h). Outra estratégia adotada é o desacoplamento da transmissão (câmbio em ponto morto) em velocidades acima de 65 km/h, quando o veículo esta em velocidade de cruzeiro, para melhor aproveitamento da energia cinética em descidas ou retas. A função Eco+ também monitora e ajusta a rotação nas trocas de marcha e a atuação do acelerador para oferecer sempre eficiência em consumo do combustível.
 
Com o Eco+ acionado, é possível percorrer até 14 km/l em estrada, com condução moderada e ar-condicionado ligado. Com um tanque de 62 litros, a autonomia é excelente.
 
Na próxima matéria, abordaremos a tecnologia embarcada no modelo V40.
 
Preços
 
O Volvo V40 T3 Drive-E Kinetic tem preço sugerido de preço sugerido de R$ 116.950,00. Porém, esse mês na Volvo Andreta, o modelo esta sendo ofertado pelo valor promocional de R$ 99.950,00. Entre os acessórios que podem ser instalados na concessionária estão: O GPS –SENSUS Navigation e a Câmera de ré por. O pacote SAFETY não disponível na versão de entrada do V40.
 
A Andreta Volvo fica junto ao complexo de concessionárias do grupo, onde também está a matriz e centro de operações do grupo Andreta, na avenida Antônio Frederico Ozanan 3.833, em Jundiaí. Para conhecer uma oferta da Andreta Volvo, clique AQUI!

Avaliações < Voltar
Avaliação: Volvo V40 Kinetic 2016 (parte 1)
 

Avaliação: Volvo V40 Kinetic 2016 (parte 1)

Publicado por Redação Comprecar – Especialista em carros usados e motos usadas

Além de elevada segurança, modelo traz a nova tecnologia de motor da Volvo

16 de Dezembro de 2015

Em Setembro de 2015, a Volvo apresentou a nova gama do seu hatchback compacto V40. Como principais novidades, uma nova nomenclatura do modelo para versões, e uma nova moto rização batizada de Drive-E. Com essa mudança, a versão básica do V40 passou a ser a T3 Kinetic, equipada com um moto r quatro cilindros de 1,5 litro turboalimentado. Mas antes de abordar o V40, vamos entender o conceito Drive-E.
 
A história da tecnologia Drive-E
 
Em agosto de 2010, o Zhejiang Geely Holding Group adquiriu da Ford a marca sueca Volvo. A partir daquele momento começou o processo de independência da herança da Ford. Em 2014, nasceu o primeiro fruto: a família de moto res modulares Drive-E, extremamente eficazes, leves e com múltiplas configurações possíveis – turbo, turbo com compressor mecânico, turbo com compressor mecânico e moto r elétrico.
 
A filosofia por trás do desenvolvimento da família de moto res Drive-E está fundada em quatro pilares: redução de tamanho e peso do conjunto, aprimoramento do fluxo e do atrito, redução de perdas energéticas com acessórios e transmissão; e por fim, fazer deste powertrain algo extremamente modular para ganhos em escala. Sobre esta última parte, trata-se do uso em diversos veículos da marca e com diferentes propostas de uso e potência (do frugal ao esportivo), mantendo o bloco, virabrequim, cárter, bomba de óleo e agregados (como o compressor do ar-condicionado); além de ele já estar pronto para trabalhar com sistemas híbridos.
 
O Drive-E representa uma família modular de moto res, compartilhando entre diversas versões de potências diferentes o mesmo bloco, virabrequim, cárter, bomba de óleo e agregados (como o compressor do ar-condicionado), além de trazer preparação para trabalhar em conjunto com futuros sistemas híbridos. Com isso, os sobrenomes T4, T5 e T6 deixam de descrever a quantidade de cilindros e passam a se referir à faixa de potência: T4 a partir de 181 cv, T5 a partir de 245 cv e T6 a partir de 306 cv.
 
Assim, os novos moto res Drive-E chegaram de forma extremamente discreta no Brasil. Inicialmente, as primeiras versões a receber a nova tecnologia foram nas versões T5 dos Volvo V60, S60 e XC60. Pouca gente sabe que ocorreu essa mudança. Antes, a linha Volvo usava o 2.0 litros Ecoboost, derivado da Ford.
 
Vantagens do Drive-E
 
No caso do novo 2.0 litros Drive-E, ele é 22 kg mais leve que o Ecoboost e bastante sofisticado. Essa família de moto r traz cabeçote e bloco de alumínio com camisas de ferro fundido (com tratamento especial para redução de atrito), utiliza um óleo sintético desenvolvido em parceria com a Castrol (especificação 0w20), traz galerias de lubrificação redimensionadas, carcaça da turbina integrada ao coletor de escape, comandos de válvulas variáveis com bronzinas de diâmetro reduzido e bomba d’água elétrica com funcionamento sob demanda.
 
Para máxima eficiência do moto r, a Volvo introduziu a função Start-Stop (que entra em ação pouco antes da parada total) e a programação Eco+, que altera o mapeamento do acelerador, pressão da turbina, injeção e ignição e reprograma também o sistema de câmbio automático.
 
Uma das evoluções no gerenciamento do câmbio Geartronic é a função Coasting, que ajuda a reduzir o consumo e a aumentar a sensação de conforto ao desacoplar a transmissão em declives em suaves ou momentos sem aceleração em locais planos. Estas situações são detectadas pelos sensores e acelerômetros do veículo e fazem com que ele ande mais solto em ritmo de passeio, com muito menos resistência mecânica.
 
A família Drive-E trouxe algumas vantagens expressivas aos veículos da Volvo. Em relação ao antigo 2.0 litros Ecoboost, o Drive-E T5 teve um ganho de 5 cv e de 10% de torque (cujo pico chega 300 rpm antes do anterior), a aceleração de 0 a 100 km/h caiu 1,2 s (de 7,5 s para 6,3 s), e o consumo melhorou, de acordo com a Volvo, em até 20%. Os números do Inmetro são de 8 km/l na cidade e 12,5 km/l na estrada.
 
O superpotente moto r T6 Drive-E
 
Entre outras coisas, a tecnologia Drive-E permite que um moto r 4 cilindros, chegue à potência comparável a um antigo V8. Assim, o moto r T6 entrega 320 cv a 5.700 rpm e 40,8 mkgf de torque entre 2.200 e 4.500 rpm. O 2.0 litros Drive-E T6 é bastante sofisticado, começando pela exótica configuração dualcharger, cuja sobrealimentação se dá pelo compressor mecânico Eaton combinado ao turbo BorgWarner. O compressor atua da marcha lenta até 3.500 rpm, quando a ECU do moto r desacopla de sua polia via embreagem eletromagnética para que ele não cause perdas mecânicas ao conjunto, quando o ar comprimido do turbo, com pressão máxima de 1,59 bar, já se torna a única fonte de sobrealimentação. Isso faz o conjunto altamente eficiente, e incrivelmente potente.
 
Drive-E no V40
 
O moto r T3 Drive-E da versão Kinetic é uma derivação do 2.0 de quatro cilindros da família Drive-E, que mantém o diâmetro original de 82 mm dos pistões com curso de virabrequim reduzido de 93,2 mm para 70,9 mm. O T3 é o único 1,5 litro da família. Todos os demais Drive-E são 2,0 litros.
 
Com essa estratégia, a Volvo usa sempre o mesmo bloco para todos os moto res T3, T4, T5 e T6. Isso ajuda muito na economia de escala na produção, uma vez que todos os moto res sempre compartilham uma mesma tecnologia.
 
Com isso, o resultado é um eficiente moto r 1.5 turbo, com injeção direta que entrega 152 cv de potência a 5.000 RPM. Geralmente, essa faixa de potência é encontrada em carros com moto r 2.0 litros. O menor tamanho do bloco reflete diretamente na economia de combustível. Mas sem prejuízo do desempenho. Cabe destacar que o torque máximo é de 250 Nm entre 1.700 - 4.000 RPM, superior a muitos carros com moto r 2.0 litros.
 
Desempenho
 
Mesmo pesando 1.554 kg, o V40 tem um desempenho bastante convincente. Equipado com uma transmissão automática batizada de Geartronic com seis marchas, o V40 acelera de 0 a 100 km/h em apenas 8,3 segundos. A velocidade máxima não é informada pela Volvo, mas supera com facilidade os 200 km/h.
 
Também está presente a função Eco+, que economiza até 5% de combustível, quando acionada. Essa função Eco+ monitora o desempenho do veículo em diversas situações, e atua de forma a otimizar o consumo. As estratégias utilizadas são a ampliação do sistema Start-Stop, desligando o moto r antes da parada total do carro (em velocidades abaixo de 7 km/h). Outra estratégia adotada é o desacoplamento da transmissão (câmbio em ponto morto) em velocidades acima de 65 km/h, quando o veículo esta em velocidade de cruzeiro, para melhor aproveitamento da energia cinética em descidas ou retas. A função Eco+ também monitora e ajusta a rotação nas trocas de marcha e a atuação do acelerador para oferecer sempre eficiência em consumo do combustível.
 
Com o Eco+ acionado, é possível percorrer até 14 km/l em estrada, com condução moderada e ar-condicionado ligado. Com um tanque de 62 litros, a autonomia é excelente.
 
Na próxima matéria, abordaremos a tecnologia embarcada no modelo V40.
 
Preços
 
O Volvo V40 T3 Drive-E Kinetic tem preço sugerido de preço sugerido de R$ 116.950,00. Porém, esse mês na Volvo Andreta, o modelo esta sendo ofertado pelo valor promocional de R$ 99.950,00. Entre os acessórios que podem ser instalados na concessionária estão: O GPS –SENSUS Navigation e a Câmera de ré por. O pacote SAFETY não disponível na versão de entrada do V40.
 
A Andreta Volvo fica junto ao complexo de concessionárias do grupo, onde também está a matriz e centro de operações do grupo Andreta, na avenida Antônio Frederico Ozanan 3.833, em Jundiaí. Para conhecer uma oferta da Andreta Volvo, clique AQUI!

O veículo que você procura está aqui na Comprecar!