Revista Comprecar
Carros flex estão prontos para mistura de 27,5% de etanol, na gasolina
Total de veículos que rodam com dois combustíveis chegou a 20 milhões de unidades em 2013
23 de Outubro de 2014

A frota de carros flex nacional, que em 2013 chegou a 20 milhões de veículos, está pronta para a adição de 27,5% na mistura de etanol na gasolina. A afirmação é da Diretoria de Avaliação de Conformidade do INMETRO. Segundo o INMETRO, a decisão final sobre esse debate é mais política do que técnica.
 
A medida que eleva o percentual da mistura foi aprovada em setembro pelo Senado e aguarda a sanção presidencial para entrar em vigor. De acordo com a proposta, o Poder Executivo pode aumentar o nível da mistura de 25% para 27,5% desde que fique constatada a sua viabilidade técnica.
 
Na visão do INMETRO, as montadoras terão que se adaptar à nova medida: “Hoje é muito mais barato e muito mais fácil produzir carros monoflex para as indústrias”. O representante do INMETRO também ressalta que a exigência de veículos flex partiu dos próprios consumidores.
 
O INMETRO acredita que o futuro automotivo não está nos carros elétricos. O etanol é uma solução viável, porém a grande preocupação é a frota: “O uso de combustíveis tende a diminuir, já a demanda por carro, deve aumentar’’, destaca.”

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Carros flex estão prontos para mistura de 27,5% de etanol, na gasolina

Publicado por Redação Comprecar – Especialista em carros usados e motos usadas

Total de veículos que rodam com dois combustíveis chegou a 20 milhões de unidades em 2013

23 de Outubro de 2014

A frota de carros flex nacional, que em 2013 chegou a 20 milhões de veículos, está pronta para a adição de 27,5% na mistura de etanol na gasolina. A afirmação é da Diretoria de Avaliação de Conformidade do INMETRO. Segundo o INMETRO, a decisão final sobre esse debate é mais política do que técnica.
 
A medida que eleva o percentual da mistura foi aprovada em setembro pelo Senado e aguarda a sanção presidencial para entrar em vigor. De acordo com a proposta, o Poder Executivo pode aumentar o nível da mistura de 25% para 27,5% desde que fique constatada a sua viabilidade técnica.
 
Na visão do INMETRO, as montadoras terão que se adaptar à nova medida: “Hoje é muito mais barato e muito mais fácil produzir carros monoflex para as indústrias”. O representante do INMETRO também ressalta que a exigência de veículos flex partiu dos próprios consumidores.
 
O INMETRO acredita que o futuro automotivo não está nos carros elétricos. O etanol é uma solução viável, porém a grande preocupação é a frota: “O uso de combustíveis tende a diminuir, já a demanda por carro, deve aumentar’’, destaca.”

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