Revista Comprecar
Nissan celebra primeiro ano da fábrica em de Resende
Nissan Novo Versa é o carro produzido de número 30.000 no complexo
Nissan celebra primeiro ano da fábrica em de Resende
17 de Abril de 2015

A Nissan esta celebrando o primeiro ano de atividades da fábrica de Resende - RJ. François Dossa, Presidente da Nissan do Brasil, e Atsuhiko Hayakawa, Vice-presidente de Operações da Nissan do Brasil, conduziram a cerimônia no prédio da Fábrica de Motores que integra o complexo.
 
A empresa também atingiu a produção de 30 mil veículos, desde a inauguração oficial em abril de 2014. Um Nissan Novo Versa Unique, equipado com moto r 1.6 16V também feito no complexo industrial, foi o modelo que atingiu esta marca histórica.
 
“Em apenas doze meses, começamos a produzir em Resende duas linhas de veículos, o New March e o Novo Versa, e duas de moto res, o recém-lançado 1.0 12V e o 1.6 16V. Mas o maior objetivo que atingimos neste período, e reforçamos diariamente, é de lançar e fabricar produtos com alto nível de qualidade, seguindo os rigorosos padrões japoneses adotados pela Nissan globalmente”, afirma François Dossa, Presidente da Nissan do Brasil.
 
“O Complexo Industrial de Resende é a base para atingirmos o nosso objetivo de crescimento no mercado brasileiro. Com a chegada do Novo Versa e o primeiro ano completo de produção do New March, a Nissan pretende atingir 3% de participação de mercado no ano fiscal 2015, contra 2,3% no mesmo período de 2014”, complementa Dossa.
 
A unidade industrial recebeu um dos maiores investimentos realizados no país para a construção de uma fábrica de automóveis, R$ 2,6 bilhões, exatamente para ter um ciclo de produção completo, da área de estamparia até as pistas de testes, incluindo chaparia, pintura, injeção de plásticos, montagem e inspeção de qualidade. No total, ela tem capacidade para produzir até 200 mil veículos e 200 mil moto res por ano.
 
Linha de Produção
 
Os funcionários do Complexo Industrial seguem os métodos e valores do Nissan Production Way – o sistema de produção Nissan – e do Nissan Way – filosofia e conjunto de códigos de conduta da marca. O profissionalismo dos funcionários, com a característica criatividade e perseverança dos brasileiros, se alia a tecnologia dos mais modernos processos e equipamentos japoneses para permitir que a produção dos veículos e moto res em Resende siga os padrões globais da Nissan em Qualidade e respeito ao Meio Ambiente.
 
No total, 88 robôs são usados na linha de produção para fazer os trabalhos que exigem mais precisão ou poderiam acarretar risco na segurança ou na ergonomia dos funcionários, assim é assegurado o bem-estar do operador e a qualidade das operações. Por exemplo, o fechamento da carroceria dos veículos é todo feito por robôs, garantindo a qualidade dimensional deste processo.
 
Na maioria das áreas, o transporte dos automóveis durante o processo produtivo é realizado por AGVs (Automatic Guided Vehicles), pequenos robôs autoguiados que conduzem carrinhos de peças e plataformas. Eles eliminam a necessidade de transportadores ou plataformas acionadas por correntes, deixando a operação mais segura e silenciosa. Este sistema robotizado ainda torna a linha flexível para alterações e melhorias, já que os AGVs seguem faixas magnéticas no chão, que têm sua posição e extensão facilmente modificadas.
 
Cada veículo que segue para a linha de montagem possui um kit de peças próprio colocado em um carrinho específico. Com isso, não há equipamentos parados com peças ao lado da linha de montagem e fica praticamente impossível o operador colocar uma peça errada no veículo, já que ele não tem diferentes opções disponíveis a sua frente. Assim, sua atenção fica toda voltada em montar o carro e verificar a qualidade do processo, não tendo a preocupação de qual peça montar. Os carrinhos com cada kit exclusivo de peças são montados em uma área própria por operadores responsáveis apenas por esta operação.
 
A pintura segue o moderno e sustentável sistema 3 wet, onde a aplicação da base e do verniz é feita logo em seguida da aplicação do primer, tornando o processo mais curto e reduzindo o consumo de energia. Os robôs utilizam cartuchos para a pintura, o que reduz a perda de tinta e solventes, diminuindo a emissão de compostos orgânicos voláteis (COVs), o que deixa a operação mais sustentável. Para isso também é fundamental o uso de água como base na pintura.
 
O foco na qualidade também fez a Nissan tomar a decisão de ter um Complexo Industrial completo no país, garantindo assim seus elevados padrões mundiais de produção. Por isso, a empresa decidiu ter a área de estamparia e de injeção de plásticos dentro de sua unidade, algo incomum nas novas fábricas instaladas no Brasil em função da complexidade e dos elevados valores de investimentos que exigem. Com estas áreas integradas ao processo, se ganha, além de qualidade, em tempo de produção, redução de estoques e flexibilidade para o mix de fabricação.
 
A estamparia conta com uma linha de prensas com quatro estágios, sendo o primeiro estágio de 2.400 toneladas e os três restantes com 1.000 toneladas cada. A área conta com a tecnologia de transferência em V-Transfer, onde as peças são transferidas de uma estação para outra automaticamente. Com grande força, os equipamentos podem dobrar, prensar, furar, repuxar e cortar com precisão uniforme as chapas planas de aço que vão compor a estrutura do veículo. Após a estampagem, a chapa é submetida a um ou mais processos secundários de galvanização para resistência à corrosão, soldas e desgaste extremo. Já a área de plásticos tem capacidade para injetar, moldar e pintar peças de diferentes tamanhos e aplicações. Nela, por exemplo, são produzidos e pintados os para-choques do New March e do Novo Versa.
 
Equipamentos de última geração e modernos processos de produção como os adotados na fábrica de veículos são usados na fábrica de moto res da Nissan. Por produzir equipamentos de alta precisão técnica, a fabricação de moto res ainda tem reforçada a área de controle de qualidade. Na linha de montagem há quatro portais de verificação de qualidade de componentes. O teste final de funcionamento é realizado em 100% dos moto res produzidos na fábrica de Resende e também todos passam por testes de emissão de CO2, em vez de por amostragem, como é comumente realizado por outras empresas do setor. Tudo para garantir a qualidade de funcionamento dos moto res 1.0 12V e 1.6 16V flexfuel – equipados com bloco de alumínio –, que apresentam alguns dos melhores índices de eficiência energética de suas categorias no Brasil, aliando desempenho e baixas emissões de CO2.

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Nissan celebra primeiro ano da fábrica em de Resende
 

Nissan celebra primeiro ano da fábrica em de Resende

Publicado por Redação Comprecar – Especialista em carros usados e motos usadas

Nissan Novo Versa é o carro produzido de número 30.000 no complexo

17 de Abril de 2015

A Nissan esta celebrando o primeiro ano de atividades da fábrica de Resende - RJ. François Dossa, Presidente da Nissan do Brasil, e Atsuhiko Hayakawa, Vice-presidente de Operações da Nissan do Brasil, conduziram a cerimônia no prédio da Fábrica de Motores que integra o complexo.
 
A empresa também atingiu a produção de 30 mil veículos, desde a inauguração oficial em abril de 2014. Um Nissan Novo Versa Unique, equipado com moto r 1.6 16V também feito no complexo industrial, foi o modelo que atingiu esta marca histórica.
 
“Em apenas doze meses, começamos a produzir em Resende duas linhas de veículos, o New March e o Novo Versa, e duas de moto res, o recém-lançado 1.0 12V e o 1.6 16V. Mas o maior objetivo que atingimos neste período, e reforçamos diariamente, é de lançar e fabricar produtos com alto nível de qualidade, seguindo os rigorosos padrões japoneses adotados pela Nissan globalmente”, afirma François Dossa, Presidente da Nissan do Brasil.
 
“O Complexo Industrial de Resende é a base para atingirmos o nosso objetivo de crescimento no mercado brasileiro. Com a chegada do Novo Versa e o primeiro ano completo de produção do New March, a Nissan pretende atingir 3% de participação de mercado no ano fiscal 2015, contra 2,3% no mesmo período de 2014”, complementa Dossa.
 
A unidade industrial recebeu um dos maiores investimentos realizados no país para a construção de uma fábrica de automóveis, R$ 2,6 bilhões, exatamente para ter um ciclo de produção completo, da área de estamparia até as pistas de testes, incluindo chaparia, pintura, injeção de plásticos, montagem e inspeção de qualidade. No total, ela tem capacidade para produzir até 200 mil veículos e 200 mil moto res por ano.
 
Linha de Produção
 
Os funcionários do Complexo Industrial seguem os métodos e valores do Nissan Production Way – o sistema de produção Nissan – e do Nissan Way – filosofia e conjunto de códigos de conduta da marca. O profissionalismo dos funcionários, com a característica criatividade e perseverança dos brasileiros, se alia a tecnologia dos mais modernos processos e equipamentos japoneses para permitir que a produção dos veículos e moto res em Resende siga os padrões globais da Nissan em Qualidade e respeito ao Meio Ambiente.
 
No total, 88 robôs são usados na linha de produção para fazer os trabalhos que exigem mais precisão ou poderiam acarretar risco na segurança ou na ergonomia dos funcionários, assim é assegurado o bem-estar do operador e a qualidade das operações. Por exemplo, o fechamento da carroceria dos veículos é todo feito por robôs, garantindo a qualidade dimensional deste processo.
 
Na maioria das áreas, o transporte dos automóveis durante o processo produtivo é realizado por AGVs (Automatic Guided Vehicles), pequenos robôs autoguiados que conduzem carrinhos de peças e plataformas. Eles eliminam a necessidade de transportadores ou plataformas acionadas por correntes, deixando a operação mais segura e silenciosa. Este sistema robotizado ainda torna a linha flexível para alterações e melhorias, já que os AGVs seguem faixas magnéticas no chão, que têm sua posição e extensão facilmente modificadas.
 
Cada veículo que segue para a linha de montagem possui um kit de peças próprio colocado em um carrinho específico. Com isso, não há equipamentos parados com peças ao lado da linha de montagem e fica praticamente impossível o operador colocar uma peça errada no veículo, já que ele não tem diferentes opções disponíveis a sua frente. Assim, sua atenção fica toda voltada em montar o carro e verificar a qualidade do processo, não tendo a preocupação de qual peça montar. Os carrinhos com cada kit exclusivo de peças são montados em uma área própria por operadores responsáveis apenas por esta operação.
 
A pintura segue o moderno e sustentável sistema 3 wet, onde a aplicação da base e do verniz é feita logo em seguida da aplicação do primer, tornando o processo mais curto e reduzindo o consumo de energia. Os robôs utilizam cartuchos para a pintura, o que reduz a perda de tinta e solventes, diminuindo a emissão de compostos orgânicos voláteis (COVs), o que deixa a operação mais sustentável. Para isso também é fundamental o uso de água como base na pintura.
 
O foco na qualidade também fez a Nissan tomar a decisão de ter um Complexo Industrial completo no país, garantindo assim seus elevados padrões mundiais de produção. Por isso, a empresa decidiu ter a área de estamparia e de injeção de plásticos dentro de sua unidade, algo incomum nas novas fábricas instaladas no Brasil em função da complexidade e dos elevados valores de investimentos que exigem. Com estas áreas integradas ao processo, se ganha, além de qualidade, em tempo de produção, redução de estoques e flexibilidade para o mix de fabricação.
 
A estamparia conta com uma linha de prensas com quatro estágios, sendo o primeiro estágio de 2.400 toneladas e os três restantes com 1.000 toneladas cada. A área conta com a tecnologia de transferência em V-Transfer, onde as peças são transferidas de uma estação para outra automaticamente. Com grande força, os equipamentos podem dobrar, prensar, furar, repuxar e cortar com precisão uniforme as chapas planas de aço que vão compor a estrutura do veículo. Após a estampagem, a chapa é submetida a um ou mais processos secundários de galvanização para resistência à corrosão, soldas e desgaste extremo. Já a área de plásticos tem capacidade para injetar, moldar e pintar peças de diferentes tamanhos e aplicações. Nela, por exemplo, são produzidos e pintados os para-choques do New March e do Novo Versa.
 
Equipamentos de última geração e modernos processos de produção como os adotados na fábrica de veículos são usados na fábrica de moto res da Nissan. Por produzir equipamentos de alta precisão técnica, a fabricação de moto res ainda tem reforçada a área de controle de qualidade. Na linha de montagem há quatro portais de verificação de qualidade de componentes. O teste final de funcionamento é realizado em 100% dos moto res produzidos na fábrica de Resende e também todos passam por testes de emissão de CO2, em vez de por amostragem, como é comumente realizado por outras empresas do setor. Tudo para garantir a qualidade de funcionamento dos moto res 1.0 12V e 1.6 16V flexfuel – equipados com bloco de alumínio –, que apresentam alguns dos melhores índices de eficiência energética de suas categorias no Brasil, aliando desempenho e baixas emissões de CO2.

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