Revista Comprecar
Alta quilometragem é igual a carro velho?!
Nem sempre muitos quilômetros, representam um carro em mau estado
Alta quilometragem é igual a carro velho?!
06 de Dezembro de 2016

É muito comum vermos pessoas comprando carros usados, e dizendo que precisamos procurar carros com baixa quilometragem. Mas esse hábito, nem sempre revela ou carro de excelente qualidade. Da mesma forma que, carros com alto km, também não são necessariamente carros ruins.
 
O que define a qualidade de um veículo, é a forma como ele é usado e cuidado. O que realmente desgasta um carro, é a maneira como ele é usado. E o que preserva um veículo é, basicamente, manutenção preventiva realizada corretamente.
 
Nos últimos dez anos, qualquer carro que saiu de uma fábrica, tem uma expectativa mínima de 200 mil km de uso em suas partes mecânicas principais ( moto r e câmbio). Isso porque a tecnologia melhorou muito nas últimas décadas. Há 30 nos atrás, um carro novo, precisava ser amaciado, ao começar a sua vida útil. Assim, o primeiros 500 km, precisavam ser rodados com certo cuidado e suavidade. Hoje, com a maior precisão de materiais, e folgas imperceptíveis, o assentamento do moto r tornou-se desnecessário. Isso também pode ser observado, nas maiores garantias oferecidas pelos fabricantes. Nos mesmos 30 anos atrás, não se encontrava um carro com mais que um ano de garantia. Hoje, é relativamente comum os carros terem 3 anos de garantia. Existem marcas que oferecem até 5 anos de garantia. Tudo isso, por conta da confiabilidade mecânica dos carros atuais. Mas a garantia depende, essencialmente, de manutenção preventiva!
 
Mas o que tudo isso tem a ver com quilometragem alta ou baixa, e a qualidade do carro. O fato é que um carro com manutenção em dia, vai durar muito mais que outro que não tenha essa mesma manutenção adequada. Outro fator que faz muita diferença, é como o carro é utilizado. Vejamos duas situações distintas.
 
Um carro roda bastante, por longo período de tempo, em estradas de boa qualidade, com velocidade constante, sendo poucas frenagens e acelerações. Na outra situação, temos um carro que roda uma quantidade bem menor de quilômetros por dia, mas fica muito tempo no trânsito, com constantes frenagens e acelerações, sem nunca desenvolver velocidades constantes. Você saberia dizer qual desses carros vai durar mais?! Se você escolheu o carro com maior quilometragem, acertou.
 
Isso acontece pois, mesmo rodando muito mais, o carro de “estrada”, sofre muito menos! Para começar, o carro de estrada, mantém o moto r funcionando em ritmo constante por muito tempo. Ou seja, a condição mais ideal de funcionamento possível. Assim, o moto r consegue esquentar adequadamente, fazer toda a dilatação necessária dos componentes, e manter um ritmo constante, com ciclos de refrigeração e lubrificação. Além disso, a transmissão também funciona de forma constante, não desgastando os seus componentes de atrito, como a embreagem, por exemplo. O sistema de freio e suspensão, também são pouco utilizados, preservando o conjunto.
 
Por outro lado, a carro de cidade, sofre bem mais. A cada aceleração e frenagem, todo conjunto é submetido a trações e forças intensas. Além disso, carros que andam pouco, não permitem que o moto r e suas peças aqueçam adequadamente. Ou seja, antes de entrar no ponto ideal de funcionamento, o moto r já é desligado. O pior exemplo dessa situação, e pegar o carro cedo, para ir na padaria próxima de casa. O moto r está frio, não aquece de forma correta até a padaria, já é desligado novamente e volta a esfriar. Mais uma vez dá a partida, também não aquece, e volta para a garagem para esfriar. Isso é péssimo para todo o carro. Além dos componentes não aprenderem a dilatar, a lubrificação não ocorre de forma certa, criando “fases” ou “borras” no óleo. E o sistema de freio e transmissão, foram utilizados em sua capacidade plena, para as acelerações e desacelerações. Até o sistema de partida foi mais utilizado, exigindo do alternador e bateria.
 
Já o carro que andou 30 quilômetros por uma estrada, usou menos sistema de freio, partida, transmissão, e fez todos os ciclos de aquecimento e dilatação. Esse carro só gastou mais pneus e combustível. Mas as partes mecânicas sofreram muito menos.
 
Nas cidades do interior de São Paulo, o que mais se vê, são “carro de estrada”. Isso porque muitas pessoas, moram numa cidade, e trabalham na outra. Além disso, são constantes as viagens para visitar parentes em cidades próximas. Ou ainda, existem os negócios entre várias cidades, no caso de profissionais liberais. Tudo isso, faz o carro ter uma quilometragem mais alta, mas não necessariamente, um carro mal utilizado ou ruim.
 
Nisso tudo, o segredo para a durabilidade é a manutenção preventiva. A troca correta do óleo do moto r e demais fluídos (freio e arrefecimento), partes mecânicas de desgaste (pastilhas e discos de freio, amortecedores, correias do moto r, velas e filtros), asseguram a longevidade do carro. Então, um carro usado com alta quilometragem, com manutenção em dia, pode ser muito mais confiável e adequado, do que um carro com baixo KM, que não fez a troca de óleo correta.
 
Pouca gente sabe, mas o óleo do moto r, tem prazo de validade, mesmo que não seja usado. Basta olhar atentamente o manual dos carros, para ver que além das trocas por quilometragem, os fabricantes também pedem a troca a cada ano, valendo o que ocorrer primeiro. Isso porque o óleo do moto r, perde suas propriedades com o tempo.
 
O mesmo acontece com o fluído de freio. Esse tem a propriedade de absorver umidade do ambiente, em especial quando fica muito tempo sem utilização. Durante sua utilização, o fluido de freio esquenta, eliminando parte dessa umidade. Ao ficar parado, ele absorve mais umidade da atmosfera, permitindo a corrosão de partes internas do sistema de freio. E isso é muito perigoso, pois a corrosão fará o sistema vazar, e perder a pressão de freio no momento do uso. Assim, na hora de comprar um carro, não é só a quilometragem que importa, mas o aspecto geral do veículo, bem como o programa de manutenção realizado dentro das conformidades.

Uma inédita garantia de 6 meses
 
E para ajudar a quebrar esse paradigma, a Bicudo Motors, revenda de veículos novos e seminovos multimarcas que atua há 40 anos na cidade, resolveu conceder, por conta própria, garantia de 06 meses (90 dias a mais do que a garantia legal exigida pelo Código de Defesa do Consumidor) para veículos selecionados, independentemente de sua quilometragem. Isto porque “em decorrência do grupo Bicudo atuar também na venda de autos novos, muitas vezes os veículos usados que estão em nossas lojas foram vendidos 0km, revisados em nossas oficinas e assumidos na troca de outro 0km. Podemos, então, considerar que nossos carros têm nome e sobrenome e nesses casos, especialmente, garantimos a sua qualidade com tranquilidade, independentemente de quanto rodaram”, explica Guilherme Marchette, diretor do Grupo.
 
A referida garantia de 06 meses obedece a um contrato firmado entre o grupo e o cliente e pressupõe, basicamente, o preenchimento dos requisitos das garantias de fábrica – utilização adequada, manutenção periódica comprovada – permitindo ao cliente adquirir um veículo seminovo com muito mais tranquilidade e confiança.
 
Conheça o estoque completo da Bicudo Motors moto rs-10/]AQUI[/url]!

Notícias < Voltar
Alta quilometragem é igual a carro velho?!
 

Alta quilometragem é igual a carro velho?!

Publicado por Redação Comprecar – Especialista em carros usados e motos usadas

Nem sempre muitos quilômetros, representam um carro em mau estado

06 de Dezembro de 2016

É muito comum vermos pessoas comprando carros usados, e dizendo que precisamos procurar carros com baixa quilometragem. Mas esse hábito, nem sempre revela ou carro de excelente qualidade. Da mesma forma que, carros com alto km, também não são necessariamente carros ruins.
 
O que define a qualidade de um veículo, é a forma como ele é usado e cuidado. O que realmente desgasta um carro, é a maneira como ele é usado. E o que preserva um veículo é, basicamente, manutenção preventiva realizada corretamente.
 
Nos últimos dez anos, qualquer carro que saiu de uma fábrica, tem uma expectativa mínima de 200 mil km de uso em suas partes mecânicas principais ( moto r e câmbio). Isso porque a tecnologia melhorou muito nas últimas décadas. Há 30 nos atrás, um carro novo, precisava ser amaciado, ao começar a sua vida útil. Assim, o primeiros 500 km, precisavam ser rodados com certo cuidado e suavidade. Hoje, com a maior precisão de materiais, e folgas imperceptíveis, o assentamento do moto r tornou-se desnecessário. Isso também pode ser observado, nas maiores garantias oferecidas pelos fabricantes. Nos mesmos 30 anos atrás, não se encontrava um carro com mais que um ano de garantia. Hoje, é relativamente comum os carros terem 3 anos de garantia. Existem marcas que oferecem até 5 anos de garantia. Tudo isso, por conta da confiabilidade mecânica dos carros atuais. Mas a garantia depende, essencialmente, de manutenção preventiva!
 
Mas o que tudo isso tem a ver com quilometragem alta ou baixa, e a qualidade do carro. O fato é que um carro com manutenção em dia, vai durar muito mais que outro que não tenha essa mesma manutenção adequada. Outro fator que faz muita diferença, é como o carro é utilizado. Vejamos duas situações distintas.
 
Um carro roda bastante, por longo período de tempo, em estradas de boa qualidade, com velocidade constante, sendo poucas frenagens e acelerações. Na outra situação, temos um carro que roda uma quantidade bem menor de quilômetros por dia, mas fica muito tempo no trânsito, com constantes frenagens e acelerações, sem nunca desenvolver velocidades constantes. Você saberia dizer qual desses carros vai durar mais?! Se você escolheu o carro com maior quilometragem, acertou.
 
Isso acontece pois, mesmo rodando muito mais, o carro de “estrada”, sofre muito menos! Para começar, o carro de estrada, mantém o moto r funcionando em ritmo constante por muito tempo. Ou seja, a condição mais ideal de funcionamento possível. Assim, o moto r consegue esquentar adequadamente, fazer toda a dilatação necessária dos componentes, e manter um ritmo constante, com ciclos de refrigeração e lubrificação. Além disso, a transmissão também funciona de forma constante, não desgastando os seus componentes de atrito, como a embreagem, por exemplo. O sistema de freio e suspensão, também são pouco utilizados, preservando o conjunto.
 
Por outro lado, a carro de cidade, sofre bem mais. A cada aceleração e frenagem, todo conjunto é submetido a trações e forças intensas. Além disso, carros que andam pouco, não permitem que o moto r e suas peças aqueçam adequadamente. Ou seja, antes de entrar no ponto ideal de funcionamento, o moto r já é desligado. O pior exemplo dessa situação, e pegar o carro cedo, para ir na padaria próxima de casa. O moto r está frio, não aquece de forma correta até a padaria, já é desligado novamente e volta a esfriar. Mais uma vez dá a partida, também não aquece, e volta para a garagem para esfriar. Isso é péssimo para todo o carro. Além dos componentes não aprenderem a dilatar, a lubrificação não ocorre de forma certa, criando “fases” ou “borras” no óleo. E o sistema de freio e transmissão, foram utilizados em sua capacidade plena, para as acelerações e desacelerações. Até o sistema de partida foi mais utilizado, exigindo do alternador e bateria.
 
Já o carro que andou 30 quilômetros por uma estrada, usou menos sistema de freio, partida, transmissão, e fez todos os ciclos de aquecimento e dilatação. Esse carro só gastou mais pneus e combustível. Mas as partes mecânicas sofreram muito menos.
 
Nas cidades do interior de São Paulo, o que mais se vê, são “carro de estrada”. Isso porque muitas pessoas, moram numa cidade, e trabalham na outra. Além disso, são constantes as viagens para visitar parentes em cidades próximas. Ou ainda, existem os negócios entre várias cidades, no caso de profissionais liberais. Tudo isso, faz o carro ter uma quilometragem mais alta, mas não necessariamente, um carro mal utilizado ou ruim.
 
Nisso tudo, o segredo para a durabilidade é a manutenção preventiva. A troca correta do óleo do moto r e demais fluídos (freio e arrefecimento), partes mecânicas de desgaste (pastilhas e discos de freio, amortecedores, correias do moto r, velas e filtros), asseguram a longevidade do carro. Então, um carro usado com alta quilometragem, com manutenção em dia, pode ser muito mais confiável e adequado, do que um carro com baixo KM, que não fez a troca de óleo correta.
 
Pouca gente sabe, mas o óleo do moto r, tem prazo de validade, mesmo que não seja usado. Basta olhar atentamente o manual dos carros, para ver que além das trocas por quilometragem, os fabricantes também pedem a troca a cada ano, valendo o que ocorrer primeiro. Isso porque o óleo do moto r, perde suas propriedades com o tempo.
 
O mesmo acontece com o fluído de freio. Esse tem a propriedade de absorver umidade do ambiente, em especial quando fica muito tempo sem utilização. Durante sua utilização, o fluido de freio esquenta, eliminando parte dessa umidade. Ao ficar parado, ele absorve mais umidade da atmosfera, permitindo a corrosão de partes internas do sistema de freio. E isso é muito perigoso, pois a corrosão fará o sistema vazar, e perder a pressão de freio no momento do uso. Assim, na hora de comprar um carro, não é só a quilometragem que importa, mas o aspecto geral do veículo, bem como o programa de manutenção realizado dentro das conformidades.

Uma inédita garantia de 6 meses
 
E para ajudar a quebrar esse paradigma, a Bicudo Motors, revenda de veículos novos e seminovos multimarcas que atua há 40 anos na cidade, resolveu conceder, por conta própria, garantia de 06 meses (90 dias a mais do que a garantia legal exigida pelo Código de Defesa do Consumidor) para veículos selecionados, independentemente de sua quilometragem. Isto porque “em decorrência do grupo Bicudo atuar também na venda de autos novos, muitas vezes os veículos usados que estão em nossas lojas foram vendidos 0km, revisados em nossas oficinas e assumidos na troca de outro 0km. Podemos, então, considerar que nossos carros têm nome e sobrenome e nesses casos, especialmente, garantimos a sua qualidade com tranquilidade, independentemente de quanto rodaram”, explica Guilherme Marchette, diretor do Grupo.
 
A referida garantia de 06 meses obedece a um contrato firmado entre o grupo e o cliente e pressupõe, basicamente, o preenchimento dos requisitos das garantias de fábrica – utilização adequada, manutenção periódica comprovada – permitindo ao cliente adquirir um veículo seminovo com muito mais tranquilidade e confiança.
 
Conheça o estoque completo da Bicudo Motors moto rs-10/]AQUI[/url]!

O veículo que você procura está aqui na Comprecar!