Revista Comprecar
Avaliação: Chevrolet Prisma LTZ automático
Um sedan compacto completo, e com o melhor câmbio da categoria
Avaliação: Chevrolet Prisma LTZ automático
16 de Dezembro de 2014

Por Jorge Augusto
Fotos: Marcelo Alexandre

No início de 2013, a Chevrolet apresentava o seu novo sedan compacto. Na figura da versão sedan do compacto Onix, o então novo Prisma, rapidamente caiu na aceitação do consumidor. No meio de 2013, a Chevrolet já fez uma importante inclusão na família: o câmbio automático de seis marchas. Na oportunidade foi uma revolução no segmento de compactos. E até os dias atuais, Onix e Prisma são os únicos compactos a oferecerem esse recurso, na categoria.
 
Na linha 2014, mais algumas mudanças foram feitas. Foi incluído o controle automático de velocidade com botões no volante e uma nova tonalidade de cor externa, a Azul Sky. O pacote ainda trouxe volante em couro e acionamento automático da abertura da portinhola do combustível e do porta-malas de dentro do veículo.
 
Oferecido em duas versões (LT e LTZ) o Prisma tem como principal característica ser um sedan compacto que já vem completo. De série, desde a versão de entrada ele traz sensor de estacionamento, direção com assistência hidráulica, freios com ABS/EBD e airbag frontal em todas as versões. O Prisma conta com as mesmas opções de moto res Flex do Onix, ou seja 1.0 e 1.4 litro.
 
Totalmente desenvolvido no Brasil, como aconteceu com os modelos Spin, Cobalt, Trailblazer e Onix, o Prisma tem dentidade própria. Ainda que o Prisma tente ser diferente do Onix, ele compartilha a mesma plataforma do compacto. Algumas medidas são exatamente iguais como o entreeixos de 2,52m e a largura de 1,70m. Porém, o Prisma é 30 centímetros mais longo, com 4,27 m de comprimento.
 
Interior
 
Um dos pilares que orientaram esse projeto foi sua usabilidade. Tudo foi pensado de forma a dar o máximo de conveniência ao cliente. A oferta de porta-objetos é boa. O Prisma vem com o conceito de Dual Cockpit encontrado em outros modelos da marca, caracterizando espaços diferentes para passageiro e moto rista.
 
Na frente, encontram-se vários porta objetos no painel e no console central. No banco traseiro a preocupação foi com o espaço. Para isso foram eliminados os porta-objetos das portas, visando melhor espaço para as pernas. Ainda sim são 15 porta-objetos no carro.
 
O porta-luvas merece atenção pelo inteligente desenho. O Prisma  tem a tampa do porta-luvas abrindo para cima. É possível acessar o compartimento sem o incomodo da tampa bater nas pernas do passageiro da frente. Além disso, o porta-luvas é grande o suficiente para abrigar uma bolsa feminina.
 
O porta-malas comporta generosos 500 litros de capacidade, com abertura "wrap-around", que facilita o acesso às bagagens. Mas esse bom espaço cobra o seu preço. O Prisma vem com um estepe de uso “temporário”, que é mais fino que os pneus normais do carro.
 
Outro detalhe que chama a atenção são os mostradores analógicos e digitais. Esse estilo de painel foi inspirado em moto s"> moto s esportivas, e estreou na Chevrolet com o Sonic. O painel vem com iluminação LED na tonalidade “Ice Blue”.
 
Um detalhe que deixa a desejar é a posição da alça para puxar a porta dianteira. Ela fica um pouco baixa, obrigando certo esforço das pessoas. A solução é pouco ergonômica.
 
Motor
 
O Prisma foi o segundo modelo da marca a utilizar os moto res "SPE/4" (Smart Performance Economy /4 cilinders), que tem alta densidade de potência. A versão LTZ, esta disponível apenas com o moto r 1,4 litro. Sua potência máxima é de 106 cavalos com etanol e 98 cavalos na gasolina, sempre a 6.000 RPM. O torque máximo com etanol, é de 13,9 kgfm a partir de 4800 rpm e 13,0 kgfm com gasolina, com mesma rotação.
 
Hoje o Prisma é o único modelo da categoria com moto r 1,4 litro. Todos os seus concorrentes diretos trazem moto res 1,5 ou 1,6 litro. Essa é uma questão que a Chevrolet precisa rever no seu sedan compacto, rapidamente.
 
Câmbio automático de seis marchas
 
Essa transmissão, já conhecida de outros modelos como Cruze, Sonic e Spin, chegou à sua segunda geração no Prisma e no Onix. A segunda geração dessa transmissão conta com sistema adaptativo de trocas de marcha, que engloba alguns recursos. Um deles é o freio moto r que mantém a marcha em uso mesmo quando o moto rista alivia o pé do acelerador.
 
Outro recurso é o Active Select, que permite realizar trocas de marcha manuais, por meio dos controles localizados na alavanca de transmissão. Na segunda geração o sistema é 0,5 segundo mais rápido para troca de marchas à frente e 0,7s nas reduções. Ou seja, desempenho até 50% mais rápido que a geração anterior.
 
Desempenho
 
Abastecido com etanol, o Prisma 2014 com transmissão automática, acelera de 0 a 100km/h em 11,9 s. Com gasolina, são 12,6 s. Tanto Onix quanto Prisma, com etanol ou gasolina, tem velocidade máxima de 171 km/h.
 
A Chevrolet não participa do programa de etiquetagem do INMETRO. Isso dificulta bastante a comparação de consumo do modelo frente aos seus principais concorrentes. Mas em nossas medições na estrada, com velocidade constante de 110 km/h, com ar-condicionado ligado, conseguimos média de 9 km/l no etanol e 12,5 km/l na gasolina.
 
Dirigibilidade
 
Quanto a dirigibilidade, pode-se afirmar que o Prisma é um sedan compacto muito confortável. Para começar, o moto rista conta com ajuste de altura do banco e da coluna de direção. Porém, faltou o ajuste de profundidade do volante.
 
Outro ponto que agrada é a direção com assistência, leve em manobras. O desenho dos bancos dianteiros, com um estofamento firme e relativamente confortável, ajuda. Mas o assento é um pouco curto, deixando as pernas sem sustentação, na parte mais baixa da coxa. O carro tem um rodar bastante suave graças a uma suspensão muito bem adaptada ao Brasil.
 
Equipamentos
 
Como dito anteriormente, a Chevrolet adotou a estratégia de oferecer um carro completo desde o básico. Em qualquer versão do Prisma está presente: o travamento automático das portas ao atingir 15 km/h; sistema de luz "siga-me" (faróis permanecem acesos por um período de tempo após o desligamento do moto r e travamento das portas) e sistema de luz "leve-me" (as luzes externas do carro se acendem automaticamente ao destrancar as portas pelo controle re moto ); abertura elétrica do porta malas por controle re moto localizado na chave; acionamento elétrico dos vidros das portas dianteiras com "um toque"; abertura e fechamento automático dos vidros das portas acionado pelo Keyless Entry System ao travar e destravar o veículo.
 
Quando equipado com moto r 1.4 litro, adiciona faróis com máscara negra e lente decorativa na cor Ice Blue, lanternas traseiras com lente escurecida, rodas de aço de 15 polegadas com calotas cor prata.
 
A versão LTZ topo de linha avaliada aqui soma: faróis auxiliares dianteiros, vidros traseiros e espelhos laterais com controle elétrico, computador de bordo com 5 funções (consumo médio, velocidade média, autonomia, temperatura externa e tempo de viagem) e rodas de liga-leve 15 polegadas com acabamento diamantado.
 
MyLink
 
O Chevrolet Prisma repete a receita de tecnologia e conectividade que conquistou o público com o Onix. Trata-se do My Link, que agora traz dois novos aplicativos. Tal sistema é de série na versão LTZ. Essa central está baseada no conceito "Bring Your Own Media" que permite ao usuário trazer suas músicas, fotos, vídeos e aplicativos do celular para o veículo.
 
O Prisma foi o segundo carro compacto a trazer esse equipamento. Trata-se de um sistema multimedia bastante avançado, que rompe com os tradicionais conceitos. Pra começar, o CD Player foi excluído desse sistema. Ou seja, música apenas por sistemas modernos. Ainda existem conexões tipo USB, entrada auxiliar P2 ou conexão Bluetooth. Na conexão Bluetooth, o sistema suporta o formato áudio estéreo ou viva-voz para o celular.
 
Esse sistema My Link vai de encontro a uma nova realidade, onde a maioria das pessoas utilizam seu próprio Smartphone para transportar suas músicas. Mas que isso, o sistema My Link permite ainda a reprodução de filmes e fotos direto na tela, desde que armazenados no Pen-Drive. Porém, isso só pode ser feito com o carro parado.
 
O MyLink tem uma interface amigável. Praticamente tudo é acessado através da tela LCD touch screen de sete polegadas. Por meio dela é possível controlar algumas configurações do carro como avisos sonoros de faróis ligados, acionamento do limpador traseiro, travamento automático das portas, entre outros.
 
O My Link ainda vai além com a possibilidade da instalação de softwares adicionais que se conectam com o smartphone (seja plataforma Android ou IOS da Apple), e que utilizam a conexão de dados através da conexão Bluetooth. Fica a ressalva que esses softwares precisam ser adquiridos pelo cliente e seu funcionamento depende da disponibilidade de rede celular e pacote de dados no smartphone do cliente.
 
O MyLink traz ainda os aplicativos TuneIn e o BringGo. Com o primeiro, é possível que os usuários sintonizem mais de 70 mil estações de rádio em todo o mundo, via a internet do celular. O aplicativo permite a pesquisa das estações por nome, localidade, idioma, país, estilo musical ou categoria (música, esporte, noticias, etc.).
 
Já o BringGo fornece ao moto rista um sistema de navegação completo com mapas 3D. O aplicativo também inclui pontos de interesse, como, por exemplo, restaurantes, hotéis, postos de gasolina, entre outros. O software de GPS da BringGo custa certa de US$ 50 e precisa ser instalado no smartphone.
 
Também é possível fazer ligações telefônicas via Bluetooth por meio da tecnologia HFT (Hands Free Telephone). De forma complementar o MyLink permite a importação de informações do celular como, agenda de contatos e histórico de chamadas. Através da tela touch screen, o usuário pode realizar chamadas, e escutar músicas do celular, tudo pela interface Bluetooth.
 
E claro, a central também conta com as funções de rádio AM/FM. E através da porta USB, o cliente pode utilizar pen-drives com arquivos no formato MP3 e WMA.
 
Mais acessórios
 
Quanto aos acessórios originais, o novo Prisma oferece como opcional: câmera de ré para o sistema My Link, sintonizador de TV digital, DVD de encosto de cabeça, pedaleiras esportivas, friso com inserto cromado e lâmpadas para lanternas e faróis na configuração Effect Blue. O Prisma ainda pode ser customizado conforme o gosto de cada cliente.
 
Preço e mercado
 
O Prisma 1.4 na versão LTZ tem preço de R$ 45.990 e está disponível nas cores Branco Summit, Preto Sólido, Vermelho Pepper, Prata Ice, Cinza Sand e a recente Azul Sky. Também conta com garantia de três anos, sem limite de rodagem. Os principais concorrentes do Prisma são o Hyundai HB20S, Renault Logan, Volkswagen Voyage, Toyota Etios Sedan e Nissan Versa.

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Avaliação: Chevrolet Prisma LTZ automático
 

Avaliação: Chevrolet Prisma LTZ automático

Publicado por Redação Comprecar – Especialista em carros usados e motos usadas

Um sedan compacto completo, e com o melhor câmbio da categoria

16 de Dezembro de 2014

Por Jorge Augusto
Fotos: Marcelo Alexandre

No início de 2013, a Chevrolet apresentava o seu novo sedan compacto. Na figura da versão sedan do compacto Onix, o então novo Prisma, rapidamente caiu na aceitação do consumidor. No meio de 2013, a Chevrolet já fez uma importante inclusão na família: o câmbio automático de seis marchas. Na oportunidade foi uma revolução no segmento de compactos. E até os dias atuais, Onix e Prisma são os únicos compactos a oferecerem esse recurso, na categoria.
 
Na linha 2014, mais algumas mudanças foram feitas. Foi incluído o controle automático de velocidade com botões no volante e uma nova tonalidade de cor externa, a Azul Sky. O pacote ainda trouxe volante em couro e acionamento automático da abertura da portinhola do combustível e do porta-malas de dentro do veículo.
 
Oferecido em duas versões (LT e LTZ) o Prisma tem como principal característica ser um sedan compacto que já vem completo. De série, desde a versão de entrada ele traz sensor de estacionamento, direção com assistência hidráulica, freios com ABS/EBD e airbag frontal em todas as versões. O Prisma conta com as mesmas opções de moto res Flex do Onix, ou seja 1.0 e 1.4 litro.
 
Totalmente desenvolvido no Brasil, como aconteceu com os modelos Spin, Cobalt, Trailblazer e Onix, o Prisma tem dentidade própria. Ainda que o Prisma tente ser diferente do Onix, ele compartilha a mesma plataforma do compacto. Algumas medidas são exatamente iguais como o entreeixos de 2,52m e a largura de 1,70m. Porém, o Prisma é 30 centímetros mais longo, com 4,27 m de comprimento.
 
Interior
 
Um dos pilares que orientaram esse projeto foi sua usabilidade. Tudo foi pensado de forma a dar o máximo de conveniência ao cliente. A oferta de porta-objetos é boa. O Prisma vem com o conceito de Dual Cockpit encontrado em outros modelos da marca, caracterizando espaços diferentes para passageiro e moto rista.
 
Na frente, encontram-se vários porta objetos no painel e no console central. No banco traseiro a preocupação foi com o espaço. Para isso foram eliminados os porta-objetos das portas, visando melhor espaço para as pernas. Ainda sim são 15 porta-objetos no carro.
 
O porta-luvas merece atenção pelo inteligente desenho. O Prisma  tem a tampa do porta-luvas abrindo para cima. É possível acessar o compartimento sem o incomodo da tampa bater nas pernas do passageiro da frente. Além disso, o porta-luvas é grande o suficiente para abrigar uma bolsa feminina.
 
O porta-malas comporta generosos 500 litros de capacidade, com abertura "wrap-around", que facilita o acesso às bagagens. Mas esse bom espaço cobra o seu preço. O Prisma vem com um estepe de uso “temporário”, que é mais fino que os pneus normais do carro.
 
Outro detalhe que chama a atenção são os mostradores analógicos e digitais. Esse estilo de painel foi inspirado em moto s"> moto s esportivas, e estreou na Chevrolet com o Sonic. O painel vem com iluminação LED na tonalidade “Ice Blue”.
 
Um detalhe que deixa a desejar é a posição da alça para puxar a porta dianteira. Ela fica um pouco baixa, obrigando certo esforço das pessoas. A solução é pouco ergonômica.
 
Motor
 
O Prisma foi o segundo modelo da marca a utilizar os moto res "SPE/4" (Smart Performance Economy /4 cilinders), que tem alta densidade de potência. A versão LTZ, esta disponível apenas com o moto r 1,4 litro. Sua potência máxima é de 106 cavalos com etanol e 98 cavalos na gasolina, sempre a 6.000 RPM. O torque máximo com etanol, é de 13,9 kgfm a partir de 4800 rpm e 13,0 kgfm com gasolina, com mesma rotação.
 
Hoje o Prisma é o único modelo da categoria com moto r 1,4 litro. Todos os seus concorrentes diretos trazem moto res 1,5 ou 1,6 litro. Essa é uma questão que a Chevrolet precisa rever no seu sedan compacto, rapidamente.
 
Câmbio automático de seis marchas
 
Essa transmissão, já conhecida de outros modelos como Cruze, Sonic e Spin, chegou à sua segunda geração no Prisma e no Onix. A segunda geração dessa transmissão conta com sistema adaptativo de trocas de marcha, que engloba alguns recursos. Um deles é o freio moto r que mantém a marcha em uso mesmo quando o moto rista alivia o pé do acelerador.
 
Outro recurso é o Active Select, que permite realizar trocas de marcha manuais, por meio dos controles localizados na alavanca de transmissão. Na segunda geração o sistema é 0,5 segundo mais rápido para troca de marchas à frente e 0,7s nas reduções. Ou seja, desempenho até 50% mais rápido que a geração anterior.
 
Desempenho
 
Abastecido com etanol, o Prisma 2014 com transmissão automática, acelera de 0 a 100km/h em 11,9 s. Com gasolina, são 12,6 s. Tanto Onix quanto Prisma, com etanol ou gasolina, tem velocidade máxima de 171 km/h.
 
A Chevrolet não participa do programa de etiquetagem do INMETRO. Isso dificulta bastante a comparação de consumo do modelo frente aos seus principais concorrentes. Mas em nossas medições na estrada, com velocidade constante de 110 km/h, com ar-condicionado ligado, conseguimos média de 9 km/l no etanol e 12,5 km/l na gasolina.
 
Dirigibilidade
 
Quanto a dirigibilidade, pode-se afirmar que o Prisma é um sedan compacto muito confortável. Para começar, o moto rista conta com ajuste de altura do banco e da coluna de direção. Porém, faltou o ajuste de profundidade do volante.
 
Outro ponto que agrada é a direção com assistência, leve em manobras. O desenho dos bancos dianteiros, com um estofamento firme e relativamente confortável, ajuda. Mas o assento é um pouco curto, deixando as pernas sem sustentação, na parte mais baixa da coxa. O carro tem um rodar bastante suave graças a uma suspensão muito bem adaptada ao Brasil.
 
Equipamentos
 
Como dito anteriormente, a Chevrolet adotou a estratégia de oferecer um carro completo desde o básico. Em qualquer versão do Prisma está presente: o travamento automático das portas ao atingir 15 km/h; sistema de luz "siga-me" (faróis permanecem acesos por um período de tempo após o desligamento do moto r e travamento das portas) e sistema de luz "leve-me" (as luzes externas do carro se acendem automaticamente ao destrancar as portas pelo controle re moto ); abertura elétrica do porta malas por controle re moto localizado na chave; acionamento elétrico dos vidros das portas dianteiras com "um toque"; abertura e fechamento automático dos vidros das portas acionado pelo Keyless Entry System ao travar e destravar o veículo.
 
Quando equipado com moto r 1.4 litro, adiciona faróis com máscara negra e lente decorativa na cor Ice Blue, lanternas traseiras com lente escurecida, rodas de aço de 15 polegadas com calotas cor prata.
 
A versão LTZ topo de linha avaliada aqui soma: faróis auxiliares dianteiros, vidros traseiros e espelhos laterais com controle elétrico, computador de bordo com 5 funções (consumo médio, velocidade média, autonomia, temperatura externa e tempo de viagem) e rodas de liga-leve 15 polegadas com acabamento diamantado.
 
MyLink
 
O Chevrolet Prisma repete a receita de tecnologia e conectividade que conquistou o público com o Onix. Trata-se do My Link, que agora traz dois novos aplicativos. Tal sistema é de série na versão LTZ. Essa central está baseada no conceito "Bring Your Own Media" que permite ao usuário trazer suas músicas, fotos, vídeos e aplicativos do celular para o veículo.
 
O Prisma foi o segundo carro compacto a trazer esse equipamento. Trata-se de um sistema multimedia bastante avançado, que rompe com os tradicionais conceitos. Pra começar, o CD Player foi excluído desse sistema. Ou seja, música apenas por sistemas modernos. Ainda existem conexões tipo USB, entrada auxiliar P2 ou conexão Bluetooth. Na conexão Bluetooth, o sistema suporta o formato áudio estéreo ou viva-voz para o celular.
 
Esse sistema My Link vai de encontro a uma nova realidade, onde a maioria das pessoas utilizam seu próprio Smartphone para transportar suas músicas. Mas que isso, o sistema My Link permite ainda a reprodução de filmes e fotos direto na tela, desde que armazenados no Pen-Drive. Porém, isso só pode ser feito com o carro parado.
 
O MyLink tem uma interface amigável. Praticamente tudo é acessado através da tela LCD touch screen de sete polegadas. Por meio dela é possível controlar algumas configurações do carro como avisos sonoros de faróis ligados, acionamento do limpador traseiro, travamento automático das portas, entre outros.
 
O My Link ainda vai além com a possibilidade da instalação de softwares adicionais que se conectam com o smartphone (seja plataforma Android ou IOS da Apple), e que utilizam a conexão de dados através da conexão Bluetooth. Fica a ressalva que esses softwares precisam ser adquiridos pelo cliente e seu funcionamento depende da disponibilidade de rede celular e pacote de dados no smartphone do cliente.
 
O MyLink traz ainda os aplicativos TuneIn e o BringGo. Com o primeiro, é possível que os usuários sintonizem mais de 70 mil estações de rádio em todo o mundo, via a internet do celular. O aplicativo permite a pesquisa das estações por nome, localidade, idioma, país, estilo musical ou categoria (música, esporte, noticias, etc.).
 
Já o BringGo fornece ao moto rista um sistema de navegação completo com mapas 3D. O aplicativo também inclui pontos de interesse, como, por exemplo, restaurantes, hotéis, postos de gasolina, entre outros. O software de GPS da BringGo custa certa de US$ 50 e precisa ser instalado no smartphone.
 
Também é possível fazer ligações telefônicas via Bluetooth por meio da tecnologia HFT (Hands Free Telephone). De forma complementar o MyLink permite a importação de informações do celular como, agenda de contatos e histórico de chamadas. Através da tela touch screen, o usuário pode realizar chamadas, e escutar músicas do celular, tudo pela interface Bluetooth.
 
E claro, a central também conta com as funções de rádio AM/FM. E através da porta USB, o cliente pode utilizar pen-drives com arquivos no formato MP3 e WMA.
 
Mais acessórios
 
Quanto aos acessórios originais, o novo Prisma oferece como opcional: câmera de ré para o sistema My Link, sintonizador de TV digital, DVD de encosto de cabeça, pedaleiras esportivas, friso com inserto cromado e lâmpadas para lanternas e faróis na configuração Effect Blue. O Prisma ainda pode ser customizado conforme o gosto de cada cliente.
 
Preço e mercado
 
O Prisma 1.4 na versão LTZ tem preço de R$ 45.990 e está disponível nas cores Branco Summit, Preto Sólido, Vermelho Pepper, Prata Ice, Cinza Sand e a recente Azul Sky. Também conta com garantia de três anos, sem limite de rodagem. Os principais concorrentes do Prisma são o Hyundai HB20S, Renault Logan, Volkswagen Voyage, Toyota Etios Sedan e Nissan Versa.

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