Revista Comprecar
Hyundai HB20, agora com motor 1.0 de três cilindros turbo!
Novidade entrega 105 cv de potência e torque de 15,0 kgf.m a apenas 1.550 rpm
Hyundai HB20, agora com motor 1.0 de três cilindros turbo!
13 de Abril de 2016

A Hyundai Motor Brasil apresentou o novo HB20 1.0 Turbo, ampliando a oferta de moto res na família HB20, que atualmente conta com as versões naturalmente aspiradas de 80 cv (1.0) e 128 cv (1.6). Com 105 cv de potência máxima a 6.000 rpm e torque de 15,0 kgfm à 1.550 rpm, o novo moto r combina melhor desempenho e eficiência energética.
 
Com o início das vendas previsto para o próximo dia 26/4, o HB20 1.0 Turbo é 31% mais potente e tem 47% mais torque quando comparado ao HB20 1.0 aspirado. Em performance, isso se traduz em velocidade máxima de 182 km/h para o hatch, uma significativa diferença de 13%; aceleração de 0 a 100 km/h em 11,2 segundos, 23% mais rápida; e retomadas de 60 a 100 km/h e de 80 a 120 km/h mais curtas, em 24% e 30% do tempo, respectivamente. Para o sedã, a velocidade máxima passa a 183 km/h e os dados de aceleração e retomada são similares aos do hatch.
 
Primeiro turbo com tecnologia flex de combustível da Hyundai no mundo (pois a Volkswagen foi a primeira com o turbo flex 1.0 no mundo), o propulsor está disponível tanto para hatch como sedan, nas configurações Comfort Plus e Comfort Style. Seguindo o conceito de downsizing, ele garante desempenho equivalente a moto res 1.4 e 1.5.
 
Assim como na versão 1.0 aspirada, o moto r Hyundai Kappa 1.0 Turbo tem 3 cilindros em linha, 12 válvulas, e bloco e cabeçote em alumínio. O comando de válvulas é duplo no cabeçote e variável na admissão – DOHC e CVVT –, sendo controlado por corrente, e o virabrequim está desalinhado em relação aos cilindros, reduzindo o atrito dos pistões em movimento e o consumo de combustível.
 
O novo propulsor traz turbocompressor de geometria fixa, com baixa inércia e turbina de apenas 34 mm de diâmetro. Seu regime normal de trabalho é de até 1,9 bar, ou seja, 0,9 bar de pressão adicional acima da pressão atmosférica ao nível do mar.
 
A válvula de alívio da turbina, também chamada de válvula de controle de pressão, e a válvula de alívio do compressor são variáveis e controladas eletronicamente, o que garante um funcionamento suave ao moto r, que sobe de rotação de maneira constante. A primeira despeja os gases do escapamento não utilizados no turbo diretamente no catalisador e funciona totalmente aberta em situações de baixa carga para reduzir consumo de combustível e emissão de poluentes. A segunda controla a pressão do ar comprimido, direcionando o excesso de pressão para o filtro de ar.
 
Além disso, a turbina está fixada diretamente no cabeçote do moto r, diminuindo consideravelmente o tempo de enchimento do turbocompressor (turbo lag) e fazendo com que os gases cheguem rapidamente ao catalisador, localizado logo após a saída da turbina. Na prática, isso significa a redução da emissão de poluentes, pois o catalisador atinge sua temperatura ideal de funcionamento mais rápido. O arrefecimento da turbina é feito por uma nova galeria de óleo exclusiva.
 
O moto r 1.0 turbo do HB20 usa um intercooler tipo ar-ar de alta eficiência. Sua função é ampliar a eficiência energética da combustão, reduzindo a temperatura e, consequentemente, aumentando a densidade do ar que é admitido no moto r. Por exemplo, o ar ambiente, normalmente em torno de 25ºC, pode atingir temperaturas acima de 100ºC quando comprimido no turbo, mas resfria-se a até 30ºC ao passar pelo intercooler. Por estar exposto diretamente ao fluxo de ar atmosférico, posicionado do lado direito do radiador principal, o intercooler possui um bônus de performance ligado a velocidade do carro: quanto mais rápido o carro se locomove, mais eficiente é a operação do intercooler. Sua manutenção também fica mais simples e barata.
 
Um novo filtro de ar, maior, foi adotado em função do aumento da massa de ar admitida no moto r. O sistema de alimentação de combustível também é mais potente: a pressão de alimentação passa de 3,5 para 3,8 bar e os bicos injetores são de maior vazão, adotando agora 10 furos.
 
O óleo do moto r muda de especificação e passa a ser ACEA A5, próprio para aplicações em temperaturas elevadas. O volume de óleo aumenta em relação ao 1.0 aspirado, de 2,9l para 3,5l, e o moto r utiliza uma nova bomba de óleo de dois estágios, reduzindo o consumo de combustível.
 
Um novo cabeçote, agora com taxa de compressão de 9,5:1 (contra 12,5:1 no aspirado, redução de 24%), permite aproveitar melhor o ar que chega comprimido. Ele possui galerias de arrefecimento e lubrificação maiores para melhorar o controle térmico do moto r. As cabeças dos pistões são refrigeradas por esguichos de óleo vindos da região inferior.
 
 
Também é novo o coletor de admissão com formato otimizado para criar um fluxo de gases mais linear e reduzir perdas de energia, aumentando a turbulência dentro dos cilindros e, desta forma, melhorando a queima do combustível. Velas de ignição são mais longas e há uma nova bomba de vácuo mecânica para acionar o servofreio, ativada diretamente pelo comando de válvulas.
 
O moto r turbo adota novos coxins, maiores e mais resistentes, para lidar com o torque quase 50% maior. As bielas e as bronzinas também são novas e reforçadas, assim como as capas dos mancais do comando de válvulas.
 
Câmbio manual de 6 marchas
 
Para a versão turbo, a transmissão manual passa a ser de seis velocidades e não mais cinco. As primeiras marchas são mais longas e o diferencial também foi alongado em 10% em relação ao moto r 1.0 aspirado. A embreagem é mais robusta para lidar com o torque maior, tendo agora 215 mm de diâmetro contra os 180 mm anteriores.
 
As marchas mais longas aproveitam o alto torque disponível em baixa rotação e a sexta marcha entra como sobremarcha (overdrive), para economia de combustível, redução de emissões de poluentes e aumento do conforto acústico nas altas velocidades. Ao viajar a 100 km/h em sexta marcha, por exemplo, o moto r gira a 2.650 rpm; rotação que estaria na casa das 3.200 rpm quando limitada à quinta marcha.
 
Com essas mudanças, a velocidade a 1.000 rpm do moto r turbo é 9% a 13% maior do que a versão aspirada, dependendo da marcha, o que significa uma performance melhor em todas as situações, principalmente em baixas rotações.
 
O HB20 e o HB20S 1.0 Turbo têm nota A no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) e possuem também o selo CONPET de eficiência energética.
 
As versões ficam assim:
 
HB20 1.0 Turbo Comfort Plus por R$ 47.445,00
HB20 1.0 Turbo Comfort Style por R$ 51.595,00
 
HB20S 1.0 Turbo Comfort Plus por R$ 51.475,00
HB20S 1.0 Turbo Comfort Style por R$ 55.225,00 

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Hyundai HB20, agora com motor 1.0 de três cilindros turbo!
 

Hyundai HB20, agora com motor 1.0 de três cilindros turbo!

Publicado por Redação Comprecar – Especialista em carros usados e motos usadas

Novidade entrega 105 cv de potência e torque de 15,0 kgf.m a apenas 1.550 rpm

13 de Abril de 2016

A Hyundai Motor Brasil apresentou o novo HB20 1.0 Turbo, ampliando a oferta de moto res na família HB20, que atualmente conta com as versões naturalmente aspiradas de 80 cv (1.0) e 128 cv (1.6). Com 105 cv de potência máxima a 6.000 rpm e torque de 15,0 kgfm à 1.550 rpm, o novo moto r combina melhor desempenho e eficiência energética.
 
Com o início das vendas previsto para o próximo dia 26/4, o HB20 1.0 Turbo é 31% mais potente e tem 47% mais torque quando comparado ao HB20 1.0 aspirado. Em performance, isso se traduz em velocidade máxima de 182 km/h para o hatch, uma significativa diferença de 13%; aceleração de 0 a 100 km/h em 11,2 segundos, 23% mais rápida; e retomadas de 60 a 100 km/h e de 80 a 120 km/h mais curtas, em 24% e 30% do tempo, respectivamente. Para o sedã, a velocidade máxima passa a 183 km/h e os dados de aceleração e retomada são similares aos do hatch.
 
Primeiro turbo com tecnologia flex de combustível da Hyundai no mundo (pois a Volkswagen foi a primeira com o turbo flex 1.0 no mundo), o propulsor está disponível tanto para hatch como sedan, nas configurações Comfort Plus e Comfort Style. Seguindo o conceito de downsizing, ele garante desempenho equivalente a moto res 1.4 e 1.5.
 
Assim como na versão 1.0 aspirada, o moto r Hyundai Kappa 1.0 Turbo tem 3 cilindros em linha, 12 válvulas, e bloco e cabeçote em alumínio. O comando de válvulas é duplo no cabeçote e variável na admissão – DOHC e CVVT –, sendo controlado por corrente, e o virabrequim está desalinhado em relação aos cilindros, reduzindo o atrito dos pistões em movimento e o consumo de combustível.
 
O novo propulsor traz turbocompressor de geometria fixa, com baixa inércia e turbina de apenas 34 mm de diâmetro. Seu regime normal de trabalho é de até 1,9 bar, ou seja, 0,9 bar de pressão adicional acima da pressão atmosférica ao nível do mar.
 
A válvula de alívio da turbina, também chamada de válvula de controle de pressão, e a válvula de alívio do compressor são variáveis e controladas eletronicamente, o que garante um funcionamento suave ao moto r, que sobe de rotação de maneira constante. A primeira despeja os gases do escapamento não utilizados no turbo diretamente no catalisador e funciona totalmente aberta em situações de baixa carga para reduzir consumo de combustível e emissão de poluentes. A segunda controla a pressão do ar comprimido, direcionando o excesso de pressão para o filtro de ar.
 
Além disso, a turbina está fixada diretamente no cabeçote do moto r, diminuindo consideravelmente o tempo de enchimento do turbocompressor (turbo lag) e fazendo com que os gases cheguem rapidamente ao catalisador, localizado logo após a saída da turbina. Na prática, isso significa a redução da emissão de poluentes, pois o catalisador atinge sua temperatura ideal de funcionamento mais rápido. O arrefecimento da turbina é feito por uma nova galeria de óleo exclusiva.
 
O moto r 1.0 turbo do HB20 usa um intercooler tipo ar-ar de alta eficiência. Sua função é ampliar a eficiência energética da combustão, reduzindo a temperatura e, consequentemente, aumentando a densidade do ar que é admitido no moto r. Por exemplo, o ar ambiente, normalmente em torno de 25ºC, pode atingir temperaturas acima de 100ºC quando comprimido no turbo, mas resfria-se a até 30ºC ao passar pelo intercooler. Por estar exposto diretamente ao fluxo de ar atmosférico, posicionado do lado direito do radiador principal, o intercooler possui um bônus de performance ligado a velocidade do carro: quanto mais rápido o carro se locomove, mais eficiente é a operação do intercooler. Sua manutenção também fica mais simples e barata.
 
Um novo filtro de ar, maior, foi adotado em função do aumento da massa de ar admitida no moto r. O sistema de alimentação de combustível também é mais potente: a pressão de alimentação passa de 3,5 para 3,8 bar e os bicos injetores são de maior vazão, adotando agora 10 furos.
 
O óleo do moto r muda de especificação e passa a ser ACEA A5, próprio para aplicações em temperaturas elevadas. O volume de óleo aumenta em relação ao 1.0 aspirado, de 2,9l para 3,5l, e o moto r utiliza uma nova bomba de óleo de dois estágios, reduzindo o consumo de combustível.
 
Um novo cabeçote, agora com taxa de compressão de 9,5:1 (contra 12,5:1 no aspirado, redução de 24%), permite aproveitar melhor o ar que chega comprimido. Ele possui galerias de arrefecimento e lubrificação maiores para melhorar o controle térmico do moto r. As cabeças dos pistões são refrigeradas por esguichos de óleo vindos da região inferior.
 
 
Também é novo o coletor de admissão com formato otimizado para criar um fluxo de gases mais linear e reduzir perdas de energia, aumentando a turbulência dentro dos cilindros e, desta forma, melhorando a queima do combustível. Velas de ignição são mais longas e há uma nova bomba de vácuo mecânica para acionar o servofreio, ativada diretamente pelo comando de válvulas.
 
O moto r turbo adota novos coxins, maiores e mais resistentes, para lidar com o torque quase 50% maior. As bielas e as bronzinas também são novas e reforçadas, assim como as capas dos mancais do comando de válvulas.
 
Câmbio manual de 6 marchas
 
Para a versão turbo, a transmissão manual passa a ser de seis velocidades e não mais cinco. As primeiras marchas são mais longas e o diferencial também foi alongado em 10% em relação ao moto r 1.0 aspirado. A embreagem é mais robusta para lidar com o torque maior, tendo agora 215 mm de diâmetro contra os 180 mm anteriores.
 
As marchas mais longas aproveitam o alto torque disponível em baixa rotação e a sexta marcha entra como sobremarcha (overdrive), para economia de combustível, redução de emissões de poluentes e aumento do conforto acústico nas altas velocidades. Ao viajar a 100 km/h em sexta marcha, por exemplo, o moto r gira a 2.650 rpm; rotação que estaria na casa das 3.200 rpm quando limitada à quinta marcha.
 
Com essas mudanças, a velocidade a 1.000 rpm do moto r turbo é 9% a 13% maior do que a versão aspirada, dependendo da marcha, o que significa uma performance melhor em todas as situações, principalmente em baixas rotações.
 
O HB20 e o HB20S 1.0 Turbo têm nota A no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) e possuem também o selo CONPET de eficiência energética.
 
As versões ficam assim:
 
HB20 1.0 Turbo Comfort Plus por R$ 47.445,00
HB20 1.0 Turbo Comfort Style por R$ 51.595,00
 
HB20S 1.0 Turbo Comfort Plus por R$ 51.475,00
HB20S 1.0 Turbo Comfort Style por R$ 55.225,00 

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