Revista Comprecar
Verifique sempre as velas e os cabos
Manutenção preventiva evita prejuízos com veículo
Verifique sempre as velas e os cabos
24 de Julho de 2014

O trânsito pesado acelera o desgaste de importantes componentes veiculares. Um carro está parado em um engarrafamento, a quilometragem marcada no odômetro não se altera. Ocorre que, com o moto r em funcionamento, o desgaste das peças continua acontecendo.
 
Uma das dicas é a atenção quanto à vida útil das peças de seu carro. Por exemplo, se no Manual do Fabricante da montadora recomenda a troca de velas a cada 20 mil quilômetros, em um carro é exposto excessivamente ao tráfego intenso, o ideal é cortar o plano de manutenção pela metade e substituí-las a cada 10 mil quilômetros.
 
Cabos, velas e sensores desgastados resultam, quase sempre, em diversos aborrecimentos aos moto ristas. A vela de ignição é responsável por conduzir a corrente elétrica sob alta tensão para o interior da câmara de combustão, convertendo-a em faísca para inflamar a mistura ar e combustível e permitir a dissipação do calor gerado na combustão. Em boas condições de funcionamento, o item estimula a economia de combustível, promove melhor desempenho do moto r e reduz emissões de gases poluentes no ar.
 
É importante lembrar que a necessidade de troca das velas de ignição pode ser checada após uma inspeção dos eletrodos, onde diversas informações sobre as condições internas da câmara de combustão são obtidas.
 
Cabo de ignição
 
A função do cabo de ignição é conduzir a alta tensão produzida pela bobina até as velas, sem permitir fuga de corrente. Recomenda-se que a substituição dos cabos seja realizada a cada 60 mil quilômetros ou a cada três anos. Para automóveis que utilizam GNV – Gás Natural Veicular – as revisões devem ser feitas a cada 30 mil quilômetros.
 
Sensor de Oxigênio
 
Também conhecido como sonda lambda, o sensor de oxigênio é responsável pela análise da condição da queima de combustível do carro. Tem a função de detectar os níveis de oxigênio nos gases de escape do moto r, informando a qualidade da mistura de ar e combustível à unidade de controle (ECU). O sensor compara a concentração de oxigênio nos gases do moto r com o ar ambiente, possibilitando o ajuste da quantidade de combustível injetado na câmara de combustão.
 
Abasteça o carro sempre em postos cujo combustível tenha garantia de qualidade. Gasolina ou álcool adulterados danificam peças e comprometem o desempenho do moto r.

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Verifique sempre as velas e os cabos
 

Verifique sempre as velas e os cabos

Publicado por Redação Comprecar – Especialista em carros usados e motos usadas

Manutenção preventiva evita prejuízos com veículo

24 de Julho de 2014

O trânsito pesado acelera o desgaste de importantes componentes veiculares. Um carro está parado em um engarrafamento, a quilometragem marcada no odômetro não se altera. Ocorre que, com o moto r em funcionamento, o desgaste das peças continua acontecendo.
 
Uma das dicas é a atenção quanto à vida útil das peças de seu carro. Por exemplo, se no Manual do Fabricante da montadora recomenda a troca de velas a cada 20 mil quilômetros, em um carro é exposto excessivamente ao tráfego intenso, o ideal é cortar o plano de manutenção pela metade e substituí-las a cada 10 mil quilômetros.
 
Cabos, velas e sensores desgastados resultam, quase sempre, em diversos aborrecimentos aos moto ristas. A vela de ignição é responsável por conduzir a corrente elétrica sob alta tensão para o interior da câmara de combustão, convertendo-a em faísca para inflamar a mistura ar e combustível e permitir a dissipação do calor gerado na combustão. Em boas condições de funcionamento, o item estimula a economia de combustível, promove melhor desempenho do moto r e reduz emissões de gases poluentes no ar.
 
É importante lembrar que a necessidade de troca das velas de ignição pode ser checada após uma inspeção dos eletrodos, onde diversas informações sobre as condições internas da câmara de combustão são obtidas.
 
Cabo de ignição
 
A função do cabo de ignição é conduzir a alta tensão produzida pela bobina até as velas, sem permitir fuga de corrente. Recomenda-se que a substituição dos cabos seja realizada a cada 60 mil quilômetros ou a cada três anos. Para automóveis que utilizam GNV – Gás Natural Veicular – as revisões devem ser feitas a cada 30 mil quilômetros.
 
Sensor de Oxigênio
 
Também conhecido como sonda lambda, o sensor de oxigênio é responsável pela análise da condição da queima de combustível do carro. Tem a função de detectar os níveis de oxigênio nos gases de escape do moto r, informando a qualidade da mistura de ar e combustível à unidade de controle (ECU). O sensor compara a concentração de oxigênio nos gases do moto r com o ar ambiente, possibilitando o ajuste da quantidade de combustível injetado na câmara de combustão.
 
Abasteça o carro sempre em postos cujo combustível tenha garantia de qualidade. Gasolina ou álcool adulterados danificam peças e comprometem o desempenho do moto r.

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